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DÍVIDA DE R$ 165 MILHÕES

Câmara rejeita abertura de processo que poderia resultar em cassação do prefeito Emanuel Pinheiro

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A Câmara de Vereadores de Cuiabá rejeitou, nesta quinta-feira (21), um pedido de abertura de Comissão Processante com perda do mandato contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). Treze vereadores se posicionaram contra o requerimento, ante 8 favoráveis. Houve ainda uma abstenção.  Para que fosse aprovado,  o texto dependia do voto favorável de dois terços dos membros da Câmara.

O pedido foi protocolado pelo vereador Fellipe Correa (Cidadania), no último dia 12 de setembro. Na proposta, ele argumentava sobre um possível “calote” do prefeito municipal ao pedir o parcelamento de R$ 165 milhões em dívidas relativas a tributos e contribuições sociais dos órgãos do Poder Executivo Municipal com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Logo, estamos diante de dívidas oriundas da gestão do Prefeito Emanuel Pinheiro, que comumente usa desta prática de parcelamento de débitos para jogar o ‘prejuízo’ ao próximo gestor. Débitos aos quais deu causa por ingerência e malversação dos recursos públicos!”, dizia trecho do requerimento.

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Segundo Fellipe, a prática de Emanuel configura-se em apropriação indébita.  Ele afirmou que a mensagem do Executivo em debate é uma confissão do prefeito municipal acerca das inúmeras denúncias que a Casa de Leis tem recebido de servidores públicos municipais, acerca da falta de repasse dos valores de INSS e FGTS descontados em folha salarial e retido pela Prefeitura, prática esta que é de apropriação indébita.

Na mesma sessão em que a Câmara rejeitou dar início às investigações contra o prefeito, o parlamento municipal autorizou o parcelamento das dívidas que, coincidentemente, poderiam ser a causa de averiguações das contas públicas do Executivo.

Os vereadores, por sua vez, autorizaram o acordo de parcelamento e reparcelamento de dívidas da administração direta e indireta, oriundas de tributos e contribuições federais junto aos órgãos da União, até o montante de R$ 32.982.597,52, que poderão ser atualizados e acrescidos de juros e multas de mora e outros encargos até a data do efetivo parcelamento.

Inicialmente, a proposta pelo prefeito solicitava o parcelamento de um montante de R$ 165 milhões. No entanto, após ser alertado pelo Ministério Público acerca da ilegalidade do projeto inicial, Emanuel readequou o texto e deixou de fora dívidas referentes a Empresa Cuiabana de Saúde Pública com o Instituto Nacional da Previdência Social (INSS) e  o Fundo Único Municipal de Educação com o Instituto Nacional da Previdência Social (INSS), que juntas somam mais de R$ 135 milhões.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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