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POLITÍCA NACIONAL

Líder do Solidariedade afirma que partido vai priorizar geração de empregos e oportunidades

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POLITÍCA NACIONAL

Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Prêmio Transparência e Fiscalização Pública de 2022. Dep. Aureo Ribeiro (SOLIDARIEDADE - RJ)
Aureo Ribeiro defende a criação de novos empregos

O líder do Solidariedade, deputado Aureo Ribeiro (RJ), afirmou que a prioridade do partido para este ano é promover mudanças na legislação que contribuam para a geração de emprego, renda e oportunidades no País.

“A prioridade do Solidariedade é discutir com o governo federal a criação de novos postos de trabalho. Nós precisamos gerar emprego, e com muita velocidade. Precisamos retomar as obras paradas do governo”, disse Ribeiro. “Nosso dever aqui no parlamento é ter uma pauta com equilíbrio fiscal, mas com responsabilidade social”, acrescentou.

Com uma bancada de quatro deputados federais, o Solidariedade apoiou a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com Ribeiro, a expectativa é que o novo governo tenha “equilíbrio para dialogar, foco na educação e em problemas sociais”.

“A gente tem um País com insegurança alimentar, com a falta de oportunidades para a juventude, um País onde o número de jovens das periferias que não consegue emprego cresce assustadoramente. Nós precisamos combater isso”, disse Ribeiro.

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Ele comentou ainda sobre o tipo de relação que o partido deverá manter com o atual governo. “A melhor possível. Nós ajudamos a construir esse governo. Tenho certeza que a nossa pauta vai ser atendida: a pauta dos trabalhadores brasileiros, a pauta de quem gera emprego, dos pequenos empresários, dos micros empreendedores, de quem está na luta para gerar emprego nesse País”, observou.

Ribeiro disse, por fim, não acreditar que o clima de polarização observado nas eleições seja capaz de inviabilizar os debates no Congresso Nacional.

Atualmente no quarto mandato de deputado federal, Aureo Ribeiro já presidiu a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, em 2021. Entre os projetos de sua autoria está o que determina a impressão de imagem de acidente de trânsito e da mensagem “se for dirigir, não beba” nos rótulos de bebidas alcoólicas enlatadas (Projeto de Lei 5125/13). Natural de Duque de Caxias (RJ), é pai de dois filhos, membro da Igreja Metodista e empresário.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Rachel Librelon

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Fonte: Câmara dos Deputados Federais

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GERAL

Trump assina tarifa de 50 % sobre todas as importações de produtos brasileiros para os Estados Unidos: confira como isso afeta o Brasil

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) um decreto que impõe tarifa de 50% sobre todas as importações de produtos brasileiros que entram no território americano. A medida entra em vigor no dia 1º de agosto e já causa forte reação entre produtores, exportadores e autoridades brasileiras.

A nova tarifa, que dobra o custo para empresas americanas que compram produtos brasileiros, representa uma mudança radical nas relações comerciais entre os dois países. Antes da medida, a maior parte desses produtos era taxada em cerca de 10%, dependendo do setor.

O que é essa tarifa e como funciona?

A tarifa anunciada por Trump não afeta compras feitas por consumidores brasileiros, nem produtos adquiridos por sites internacionais. Ela vale exclusivamente para produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, ou seja, aqueles enviados por empresas do Brasil para serem vendidos no mercado americano.

Isso significa que, se uma empresa brasileira exporta carne, café, suco ou qualquer outro item, ele chegará aos EUA com 50% de imposto adicional cobrado pelo governo americano.

Exemplo simples: 

Para entender como isso afeta na prática, veja o exemplo abaixo:

  • Imagine que você é um produtor de suco no Brasil e exporta seu produto aos EUA por R$100 por litro.

  • Antes da tarifa, o importador americano pagava esse valor e revendia com lucro no mercado local.

  • Com a nova medida, o governo dos EUA aplica 50% de tarifa. Ou seja, seu suco agora custa R$150 para o importador.

  • Esse aumento torna o produto muito mais caro nos EUA, podendo chegar ao consumidor final por R$180 ou mais.

  • Resultado: o importador pode desistir de comprar de você e buscar outro fornecedor — como México, Colômbia ou Argentina — que não sofre com essa tarifa.

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Como isso afeta o Brasil?

A imposição dessa tarifa tem impactos diretos e sérios para a economia brasileira, especialmente no agronegócio e na indústria de exportação. Veja os principais efeitos:

  • Queda na competitividade dos produtos brasileiros no mercado americano.

  • Quebra ou renegociação de contratos internacionais já assinados.

  • Perda de mercado para concorrentes de outros países.

  • Redução nas exportações, com consequências econômicas e sociais no Brasil (queda de faturamento, demissões, retração de investimentos).

  • Pressão sobre o governo brasileiro para reagir com medidas diplomáticas ou tarifas de retaliação.

 

Quais produtos serão mais afetados?

A medida de Trump atinge todos os produtos brasileiros exportados aos EUA, mas os setores mais atingidos devem ser:

  • Carnes bovina, suína e de frango

  • Café

  • Suco de laranja

  • Soja e derivados

  • Minério de ferro e aço

  • Aeronaves e peças da Embraer

  • Cosméticos e produtos farmacêuticos

  • Celulose, madeira e papel

Brasil pode retaliar?

O governo brasileiro já sinalizou que poderá aplicar medidas de retaliação com base na Lei de Reciprocidade Comercial, aprovada neste ano. A ideia é aplicar tarifas semelhantes sobre produtos americanos exportados ao Brasil, mas isso depende de negociações diplomáticas e análise de impacto.

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E o consumidor brasileiro, será afetado?

Neste primeiro momento, não. A medida de Trump não se aplica a compras feitas por brasileiros em sites estrangeiros, nem muda os impostos cobrados sobre importações pessoais.

O impacto é sobre o mercado exportador brasileiro, que depende das compras feitas por empresas americanas. No médio e longo prazo, porém, se os exportadores perderem espaço nos EUA e tiverem que vender mais no Brasil, os preços internos podem oscilar, tanto para baixo (excesso de oferta) quanto para cima (reajustes para compensar perdas).

A tarifa de 50% imposta por Trump é uma medida com alto potencial de desequilibrar o comércio entre Brasil e Estados Unidos. Empresas brasileiras correm o risco de perder contratos, mercado e receita. A decisão política tem impacto direto na economia real — do produtor de suco ao exportador de carne.

O governo brasileiro já avalia uma resposta, enquanto produtores tentam entender como seguir competitivos em um cenário que muda de forma drástica.

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