MATO GROSSO
Mais de 36 mil idosos não tomaram a dose de reforço contra a covid-19 em Cuiabá
MATO GROSSO
Vacinação contra Covid-19 é liberada para todas as crianças de 5 a 11 anos
A busca de idoso pela dose de reforço na campanha de imunização contra a Covid-19 teve queda em comparação com a aplicação da primeira e segunda etapa da vacina em Cuiabá. Mais de 75,4 mil pessoas acima de 60 anos de idade tomaram pelo menos a primeira, o que representa 99% dos residentes nessa faixa etária. Com relação à segunda dose, foram 97,7% dos idosos cuiabanos.
No entanto, quando o assunto é dose de reforço, esse percentual cai para 49,5%, conforme dados do Localiza SUS, plataforma do Ministério da Saúde. A dose de reforço começou a ser aplicada em 27 de setembro de 2021 nesse público.
De acordo com a agente comunitária de saúde, Taís Tamara Conceição Carvalho dos Reis, da Clínica da Família do CPA 1, dentre as principais justificativas apresentadas pelos idosos para não buscar a dose de reforço é o medo de reação devido ao fato de se tratar de um imunizante diferente do que foi aplicado nas primeira e segunda doses.
“Tem alguns idosos cujos filhos ainda estão com a preocupação pelo reforço ser de outro fabricante, eles têm receio. A maior preocupação é com a reação. Mas a gente enfatiza que o importante é tomar a vacina para se prevenir e prevenir o próximo”, afirma.
A Secretaria Municipal de Saúde tem apostado na conscientização através dos agentes comunitários de saúde (ACS’s), que fazem visitas domiciliares periódicas e fazem a busca ativa daqueles que ainda estão pendentes de imunização.
Descentralização da vacina
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ampliou o serviço para 40 unidades básicas de saúde, além dos polos centralizados da UNIC Beira e drive-thru da UFMT. No site vacina.cuiaba.mt.gov.br é possível visualizar os locais e horários de funcionamentos dos postos e quais deles são de uso exclusivo para vacinação das crianças.
Graças a essa descentralização, somente no mês de janeiro de 2022, todas essas unidades básicas de saúde bateram a marca de mais de 51 mil doses aplicadas contra a covid-19. Para o coordenador de Atenção Básica na região Norte, Gilson Guimarães, isso reflete o trabalho em equipe e o foco na conscientização que tem sido feito pelas equipes junto à sociedade. “Esse é um trabalho da equipe de atenção básica, tanto dos enfermeiros, dos técnicos dos agentes comunitários de saúde, que fazem a orientação aos usuários e que é muito importante. Essas 51 mil doses também se devem à descentralização, colocando a vacina pertinho da comunidade e, com isso, a população está vendo a importância da vacinação”, comenta.
As informações são da Prefeitura Municipal de Cuiabá.
FONTE/ REPOST: LUCAS BOLICO – OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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