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Médico erra pedido de exames em MT

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Um jovem de 20 anos sofreu um acidente doméstico e teve o pé esquerdo machucado por uma barra de ferro nesse domingo (20), em São José dos Quatro Marcos, a 308 km de Cuiabá. Ao ser atendido, o médico, no entanto, pediu exames no pé direito, onde não havia ferimento.

De acordo com uma moradora ouvida pelo g1, que não quis se identificar, havia bastante barulho na unidade hospitalar no momento do atendimento. Pela correria habitual do setor de emergência, o médico acabou pedindo exames no pé errado, o que gerou indignação por parte da família do paciente.

Ele procurou ajuda no Pronto Atendimento do município e chegou a receber soro, mas precisou segurar o utensílio por falta de suporte. “Ainda tinha muita algazarra no hospital e lá é um lugar de silêncio”, disse.

Segundo ela, os exames foram feitos na cidade vizinha nesta tarde em um hospital particular. Ao g1, o prefeito Jamis Silva Bolandin (Solidariedade), disse que se reuniu na tarde desta segunda-feira (21) com o diretor do pronto atendimento e já estão tomando as devidas providências.

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FONTE/ REPOST: G1

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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