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Policiais civis são convocados em meio a greve no sistema prisional

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O delegado-geral da Polícia Civil Mário Dermeval proibiu o afastamento de policiais civis e os convocou para reforçar as atividades nas delegacias de Mato Grosso por conta do movimento grevista dos policiais penais. A portaria Nº145/2021 foi publicada no Diário Oficial do Estado, que circula nesta terça-feira (21).
Mesmo após decisão da desembargadora Antônia Siqueira Gonçalves, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que declarou ilegal a greve deflagrada pelo Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado (Sindspen-MT) e determinou retorno imediato ao trabalho sob pena de multa diária de R$ 100 mil, os servidores seguem em ação. Em Cáceres (218km de Cuiabá), por exemplo, policiais penais se negaram a receber reeducandos na última segunda-feira (20).
Na convocação, o delegado-geral considera a necessidade de estabelecer medidas temporárias de contingenciamento de crise na Segurança Pública, bem como o reforço no serviço prestado nos plantões policiais da Polícia Civil, em especial na região metropolitana de Cuiabá, para potencializar a capacidade de pronta resposta da Instituição em situações emergenciais.

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A portaria cita também a necessidade de se manter e reforçar o atendimento para realização de audiência de custódia e perícia em custodiados. Por conta do movimento grevista, a Polícia Civil deverá permanecer em estado de alerta e com sistema de escalas excepcionais. Também será traçado um plano de ação emergencial para enfrentar eventual crise estabelecido pelos policiais penais.

Sendo assim, os policiais civis estão proibidos de se afastarem por motivos particulares de suas unidades policiais. – As diretorias de Atividades Especiais, Metropolitana, de Execução estratégica e a diretoria de Inteligência deverão apresentar no prazo de 24h a relação de todos os policiais civis a serem convocados para situações extraordinárias, inclusive plantões.

O delegado Marcos Aurélio Veloso e Silva, lotado na Gerência Estadual de Polinter, foi nomeado para atuar em caráter especial como autoridade policial centralizadora aos assuntos operacionais decorrentes do movimento grevista.

Mário Dermeval cita, inclusive, a Lei Complementar nº 407/2010, sobre os deveres dos policiais civis: “XII – obedecer às ordens legais de superiores hierárquicos e promover sua fiel execução, exceto quando manifestamente ilegais; XVII – atender prontamente às determinações superiores no tocante a trabalhos policiais desenvolvidos em horário que ultrapasse a jornada normal; XVIII – comparecer à unidade, órgão ou serviço policial, independentemente de convocação, quando tiver conhecimento de iminente perturbação da ordem ou em caso de calamidade pública; CONSIDERANDO consoante o artigo 116 da Lei Complementar nº 407/2010 que “São atribuições privativas do Investigador de Polícia: XXV – providenciar o recolhimento, a movimentação, a disciplina e a vigilância, bem como a guarda de valores e pertences do preso, procedendo à escrituração no livro de registro, enquanto perdurar a custódia legal”. 

FONTE/ REPOST: FABIANA MENDES – OLHAR DIRETO
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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