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VÍDEO: Miss Plus Size tem casa destruída por incêndio e pede ajuda nas redes

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A miss plus size Nathalia Viana da Silva teve sua casa destruída pelo fogo, na madrugada de domingo (06), no bairro Santa Amália,  em Cuiabá. Segundo ela relatou em redes sociais, o incêndio  destruiu sua casa, móveis, roupas e outros pertences.  Por isso,  pediu ajuda para reconstruir.

Ela detalha que  o fogo pode ter começado no quarto de sua mãe, mas se alastrou rapidamente para os demais cômodos, queimando todos os móveis, roupas e pertences. Nathalia  acredita ter sido incêndio criminoso, por levarem apenas seu computador e deixado para trás outros objetos, como caixa de som, televisão, equipamentos de trabalho de gravação para o Instagram.

“Hoje pela manhã (06/02/22), recebi a notícia de que minha casa havia pego fogo. Fui até ela e me deparei com ela toda destruída. O fogo pode ter começado no quarto da minha mãe, mas se alastrou rapidamente para os demais cômodos, queimando todos os móveis, roupas e pertences. Acreditamos que tenha sido criminal, pois levaram apenas meu computador, deixando para trás diversos artigos de valor como caixa de som, televisão, instrumentos, equipamentos de trabalho, inclusive os materiais que eu uso pra gravar conteúdo no instagram”, postou.

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 Nathalia conta ainda, que perdeu os bens materiais — mas apesar disso não houve vítimas — e a família está bem. “Apesar de termos perdido nossa casa, nada nos ocorreu e estamos bem”.Ela finalizou a postagem pedindo ajuda e fazendo um desabafo.

“Por isso, estou aqui pedindo ajuda de vocês, pois trabalhamos muito para conquistar tudo aquilo e em questão de horas todo o esforço foi por água abaixo. A maldade alheia nos dói muito. Quem puder nos ajudar, ficaremos eternamente gratas, qualquer ajuda será extremamente bem vinda!”, realtou nas redes sociais.

Nas redes sociais, ela mostrou o que sobrou da casa. Nas imagens é possível ver o estrago causado pelo fogo, que chegou até o telhado.

A influencer lançou uma Vakinha online para ajudar nas despesas de reforma da casa, visto que a família perdeu tudo.

FONTE/ REPOST: BÁRBARA SÁ – RD NEWS 

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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