MATO GROSSO
Sinop: empresas buscam 387 funcionários para contratação imediata
MATO GROSSO
Sinop continua ampliando o mercado de trabalho em vários seguimentos. Com auxílio do Sistema Nacional de Empregos, empresas e indústrias buscam contratar 387 profissionais, em 106 áreas de atuação diversas. A função mais procurada é de repositor em supermercados, com 23 vagas.
Os contratantes procuram 21 empacotadores, 16 auxiliares de limpeza, 15 serventes de pedreiro e 15 consultores de vendas. Vendedor interno, operador de caixa e pedreiro tem 12 vagas cada. Também são ofertadas 11 vagas de auxiliar de linha de produção, 10 vagas de auxiliar de estoque e atendente de lojas e mercados com 10 vagas.
O município teve o maior volume de vagas ofertadas da região, seguido por Sorriso tem 260 vagas e Colíder com 142. Lucas do Rio Verde 124 oportunidades, Nova Mutum 59 e Guarantã do Norte 31.
Todas as vagas são para contratação imediata. As informações sobre salário e jornada de trabalho são repassadas pelos contratantes, após o encaminhamento dos candidatos pelo SINE.
Redação Só Notícias (foto: Maurício Vitorino/assessoria)
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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