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Polícia encontra cães com doença altamente contagiosa e animais são sacrificados

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Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa (1.160 km de Cuiabá) foram acionados para uma ocorrência de maus-tratos e encontraram três cachorros em uma residência sem as devidas condições de cuidados. Eles estavam em estágio avançado de uma doença (cinomose canina) e tiveram que ser sacrificados.

As diligências iniciaram na noite de segunda-feira (23) após os policiais receberem denúncia sobre um cachorro que estava em situação de maus-tratos em um endereço no Setor Sudoeste.

Segundo a assessoria de imprensa, no enderenço informado os policiais se depararam com três cachorros com a cinomose canina, doença infectocontagiosa que afeta cães causada por um vírus. A cinomose canina é altamente contagiosa e costuma acometer cães que ainda não terminaram o esquema vacinal ou que não costumam receber o reforço anual da vacina 

Após constatarem a situação, os policiais levaram os cachorros a clínica veterinária, onde ficou comprovada a doença e a indicação da eutanásia, pois o estado dos animais era irreversível. O proprietário foi ouvido na Derf pelo delegado Higo Rafael Ferreira e posteriormente liberado, assumindo o compromisso de pagar os procedimentos médicos veterinários.

“Apesar de os animais estarem bastante debilitados, foi constato que eles não sofriam maus-tratos por parte do proprietário, que estava os alimentando e tentando tratá-los com remédios”, disse o delegado.
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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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