MATO GROSSO
Governo promove de mutirão para limpeza de nascente no Centro Político Administrativo
MATO GROSSO
O mutirão reuniu servidores públicos voluntários, catadores de materiais recicláveis e estudantes de direito da Fasipe, localizada na região do CPA. O objetivo foi unir forças entre poder público, terceiro setor, iniciativa privada e comunidade local, e conscientizar a população que há diversos agentes de degradação ambiental, e que o descarte irregular de resíduos sólidos compromete a qualidade de vida das árvores e bem-estar da população.
“Esse tipo de evento é muito importante por trazer conscientização à população, com ações que envolvam a comunidade, poder público e setores privados”, destacou o secretário de Estado de Meio Ambiente em exercício, Alex Marega. Ao todo, mais de 120 pessoas participaram da ação.
“Esse engajamento é extremamente importante para a manutenção dos recursos naturais para esta e futuras gerações. É necessário conscientizar as pessoas da importância de se preservar nossas nascentes. Esta é uma área de conservação, pública, de uso comum, e um patrimônio de toda a sociedade”, completou.
Somente nesta quinta-feira foram recolhidos, em menos de uma hora do início da ação, 300 sacos de 100 litros com lixo. A limpeza da área onde está localizada a nascente teve início na segunda-feira, quando reeducando da Fundação Nova Chance recolheram 2 caminhões de entulhos.
O mutirão de limpeza foi realizado em uma área de 15 hectares, que pertence ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Segundo a superintendente do Ibama em Mato Grosso, Cibele Matos, o órgão tem um projeto para que se possa recuperar essa área, para que seja utilizada como espaço público.
“É uma área muito rica de vegetação nativa e fauna, de grande relevância para o Cerrado. A ideia é trazer a população aqui para dentro, dar essa ideia de pertencimento. Áreas como esta, mantidas preservadas dentro da cidade, auxiliam na diminuição da temperatura e criam um espaço de contemplação e proximidade com a natureza”, afirmou.
A região do CPA tem 53 nascentes mapeadas pelo projeto Água para o Futuro, do Ministério Público de Mato Grosso. A Sema realizou o diagnóstico ambiental em 28 delas.
O analista de Meio Ambiente, Alexandre Ebert, um dos responsáveis pelo mapeamento das Áreas de Preservação Permanente destas nascentes, destacou que todas as nascentes são tributárias da Bacia Pantaneira, então o processo de conservação precisa começar na origem, visto que está tudo interligado.
“Nós temos aqui uma vegetação diversificada, fauna silvestre nativa e um banco de conservação genética muito grande de espécies, mas com a degradação pela destinação de resíduos indevidos. É uma área que já foi limpa outras vezes, então precisa ser feito um processo de conscientização através da percepção. Este córrego, que faz parte deste mutirão, é um importante tributário do Rio Cuiabá e precisa ser preservado de fato”, disse.
O processo de percepção, de acordo com o servidor, é fundamental em ações como estas, porque, olhando por cima, não se consegue perceber quanto lixo tem dentro do mato. A percepção ocorre somente quando ele é retirado e agrupado. Desta forma, os moradores e quem utiliza a região conseguem ter a dimensão de quanto de lixo havia naquele espaço.![]()
Mutirão de Limpeza
A ação para retirada de resíduos sólidos do entorno da área da nascente foi uma iniciativa do Governo de Mato Grosso, por meio da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) e Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso.
O evento terá apoio do REM Mato Grosso, Instituto Ação Verde, Associação de Catadores de Material Reciclável e Reutilizável (Asmats), Projeto Verde Novo, que realizou a distribuição de mudas de espécies nativas e frutíferas para os presentes, Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, Juizado Volante Ambiental (Juvam) e Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb).
Fazem parte da A3P no Estado, e participaram também do evento: Secretarias de Estado de Meio Ambiente (Sema), de Desenvolvimento Econômico e Social (Sedec), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), de Infraestrutura e Logística (Sinfra), de Seguraça Pública (SESP), de Assistência Social e Cidadania (Setas), de Fazenda (Sefaz), De Planejamento e Gestão (Seplag) Casa Civil, Controladoria Geral do Estado (CGE) Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), Empresa Mato-Grossense de Tecnologia da Informação (MTI) e Mato Grosso Previdência (MTPrev).
A ação também contou com a participação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Ibama, Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Desenvolve MT , Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel).
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Mounjaro e a pele: os efeitos que ninguém te contou antes de começar o tratamento
Mounjaro virou assunto nos consultórios médicos e rodas de conversa de todo o Brasil. Como já se sabe, a tirzepatida, princípio ativo do medicamento, promove perda rápida de peso e tem atraído cada vez mais pacientes. Mas, enquanto a balança vai registrando números menores, o que acontece com a pele quase sempre passa despercebido até virar um problema.
A dermatologista Sullege Suzuki, referência em tricologia e medicina estética, tem recebido cada vez mais pacientes com queixas que começam a aparecer semanas ou meses após o início do uso do medicamento: cabelos caindo em quantidade acima do normal, rosto com aspecto cansado, pele mais frouxa nos braços, abdômen e coxas, e unhas que ficam quebradiças sem razão aparente.
“Quando a perda de peso acontece muito rápido, o organismo não tem tempo de se adaptar. A pele perde sustentação, o colágeno não acompanha o ritmo e o resultado pode ser frustrante para quem esperava apenas os benefícios do emagrecimento”, explica a especialista.
O que acontece com a pele durante o emagrecimento acelerado
O mecanismo do Mounjaro atua em dois receptores hormonais ao mesmo tempo, o GLP-1 e o GIP, potencializando a sensação de saciedade e acelerando a perda de gordura. O problema é que a gordura que vai embora não é só a do abdômen. Parte dela está no rosto e funciona como estrutura de sustentação natural. Quando ela diminui rapidamente, a pele fica sem esse suporte e começa a ceder.
Esse fenômeno ganhou até nome próprio nas redes sociais internacionais: “Mounjaro Face”. Ele se manifesta como sulcos mais profundos, perda do contorno da mandíbula, olheiras marcadas e um aspecto geral de envelhecimento precoce. No corpo, os sinais aparecem nos braços, abdômen, glúteos e parte interna das coxas, regiões onde a pele perde firmeza e passa a ter sobra visível.
“A pele humana tem elasticidade, mas ela tem limite. Uma perda de gordura muito intensa em pouco tempo rompe fibras elásticas que não se reconstituem sozinhas. Depois que isso acontece, o tratamento fica mais complexo e custoso do que teria sido se o cuidado fosse iniciado desde o começo”, destaca Dra. Sullege.
Cabelos, unhas e a conexão com o déficit nutricional
Um dos efeitos mais relatados por quem usa a tirzepatida e ainda pouco discutido fora dos consultórios especializados é a queda de cabelo. O medicamento não agride diretamente o folículo piloso, mas o emagrecimento acelerado funciona como um gatilho de estresse metabólico. O organismo interpreta essa mudança brusca como uma situação de risco e começa a direcionar os recursos para funções que considera mais urgentes. Os cabelos ficam em segundo plano.
Com a redução drástica do apetite, muitos pacientes passam a ingerir quantidades insuficientes de proteínas, ferro, zinco e biotina. Esses nutrientes são fundamentais para a estrutura tanto do fio de cabelo quanto da unha. Quando o organismo entra em déficit, a queratina produzida fica mais fraca e as consequências aparecem nas duas extremidades: fios que quebram ou caem com facilidade e unhas que descamam, partem e demoram a crescer.
“O cabelo e a unha são estruturas que dependem dos mesmos blocos construtores. Quando o paciente entra em emagrecimento rápido sem acompanhamento nutricional adequado, esses dois sinais aparecem juntos, às vezes antes mesmo de a flacidez ser percebida. É um alerta precoce que a dermatologia consegue identificar e tratar cedo”, afirma Dra. Sullege Suzuki.
Quando começar o cuidado: a resposta é antes
A principal orientação de Dra. Sullege Suzuki para quem vai começar ou já está usando o Mounjaro é clara: não esperar os sinais aparecerem para buscar atendimento dermatológico. O acompanhamento desde o início é o que permite trabalhar de forma preventiva e garantir que o emagrecimento não venha acompanhado de prejuízos estéticos.
Para a pele do rosto e do corpo, a medicina estética conta hoje com bioestimuladores de colágeno, que atuam nas camadas mais profundas estimulando a produção de novas fibras de sustentação. Tecnologias como o ultrassom microfocado e a radiofrequência também são aliadas importantes para garantir firmeza sem procedimentos cirúrgicos. A toxina botulínica, quando bem indicada, ajuda a evitar que as linhas de expressão se fixem na pele que está perdendo elasticidade.
Para os cabelos, o Espaço Sullege Suzuki conta com um spa capilar equipado com tecnologia de ponta para atender pacientes em processo de emagrecimento. Entre os recursos disponíveis estão a aplicação de plasma rico em plaquetas, que estimula os folículos pilosos e promove a regeneração capilar, e o uso de células-tronco capilares, que atuam diretamente na renovação do folículo e na recuperação de fios enfraquecidos. Esses protocolos são personalizados conforme o grau de queda, o perfil capilar de cada paciente e o estágio do tratamento com a medicação.
“A queda de cabelo associada ao Mounjaro é tratável. Com os protocolos certos e o início precoce, a maioria dos pacientes consegue manter a densidade capilar durante todo o processo de emagrecimento. O que desenvolvemos foi pensado exatamente para isso: oferecer um cuidado completo, que vai da avaliação tricológica até os tratamentos mais avançados disponíveis hoje no mercado”, explica a médica.
“O emagrecimento pode ser transformador para a saúde e para a autoestima. Mas ele precisa vir acompanhado de um olhar cuidadoso para a pele, o cabelo e as unhas. Temos hoje recursos modernos e eficazes para garantir que a pessoa que emagrece chegue ao resultado final com a pele firme, o cabelo saudável e a aparência rejuvenescida”, conclui Dra. Sullege.
SINAIS DE ALERTA: quando procurar um dermatologista durante o uso do Mounjaro
Queda de cabelo acima do habitual semanas ou meses após o início do uso
Unhas que quebram com facilidade, descamam ou crescem mais devagar
Aspecto cansado ou envelhecido no rosto mesmo sem ter perdido muito peso ainda
Perda de definição na região da mandíbula ou sulcos mais marcados
Pele com aparência mais frouxa em braços, abdômen ou coxas
Ressecamento intenso ou perda de brilho na pele
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