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“Recursos do programa Nota MT nos ajudam a manter e desenvolver nossos sonhos e projetos”, afirma presidente da Ampara

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O Governo de Mato Grosso entregou, nesta quinta-feira (23.11), à Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara) e à Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACC) dois cheques simbólicos de R$ 20 mil referentes ao programa Nota MT. O valor corresponde a 20% dos prêmios de R$ 100 mil do sorteio Mensal Setembro.

A entrega simbólica dos cheques foi feita pela primeira-dama Virginia Mendes, pelo secretário de Fazenda, Rogério Gallo, e pela secretária adjunta de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva, Marilene Marchese. O evento, realizado no Palácio Paiaguás, também foi acompanhado por outras instituições filantrópicas de Cuiabá e Várzea Grande.

Para o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, o lado social do programa Nota MT tem sido muito importante para que as entidades de Mato Grosso mantenham suas atividades e projetos sociais. Gallo lembrou, ainda, que em quatro anos o Governo do Estado já repassou cerca de R$ 7 milhões para as instituições.

“O Nota MT, além de gerar premiações para os consumidores que pedem o CPF na nota ao fazer suas compras, tem esse lado filantrópico que, por meio das indicações de quem é sorteado, repassa 20% do valor dos prêmios. Já foram distribuídos em torno de R$ 7 milhões, que são valores que fazem a diferença para as entidades e na vida das pessoas que elas auxiliam”, disse o secretário de Fazenda.

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A presidente da Ampara, Daisy Guilem, afirmou que, com os valores do Nota MT, a instituição tem mantido suas ações que visam a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes de viver em família. Entre 2019 e 2023 a Ampara recebeu R$ 129.300,00 referentes às indicações dos sorteados no Nota MT.

“Esse é o diferencial do Nota MT: ajudar quem ajuda. Os repasses ajudam muito a gente a se manter e desenvolver nossos sonhos e projetos, já que nossa instituição não tem outros recursos, não recebe outros recursos, além das doações de pessoas físicas”, afirmou a presidente.

A AACC também participa do Nota MT desde o início do programa e já recebeu o total de R$ 1.386.800,00, entre 2019 e 2023. Ao receber o cheque simbólico com outros R$ 20 mil, o vice-presidente associação, Benildes Firmo, agradeceu e disse que o valor vai auxilinar no atendimento das crianças que são assistidas.

“Esse recurso vai nos ajudar muito na nossa missão que é ser uma mão estendida para ajudar essas crianças e adolescentes a lutarem contra o câncer infantojuvenil. Essa contribuição do Nota MT tem um supremo valor, porque vai ajudar a fortalecer a nossa qualidade dos atendimentos, do social, melhorar a qualidade de vida das crianças, e a nossa missão ter o efeito de ajudar a curar”, disse Benildes Firmo.

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O Nota MT conta, atualmente, com 257 entidades de diversos ramos cadastradas, das quais 249 estão em situação ativa e podem ser escolhidas pelos consumidores que participam do programa. Dentre elas, 237 já foram contemplas em algum momento e receberam recursos do programa de incentivo à cidadania fiscal.

Para participar do Nota MT, as entidades sem fins lucrativos devem se cadastrar junto a Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

As instituições interessadas devem encaminhar a documentação, exigida pelo Edital 001/2023, para o e-mail cadastramentoentidades2021@setasc.mt.gov.br, colocando no título “Cadastramento de Entidade – Nome da Entidade”. É imprescindível que os documentos estejam legíveis e em PDF.

Fonte: Governo MT – MT

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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