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Prefeitura de Cuiabá reforça convite para o lançamento oficial da Edição do Natal da Gente 2023 nesse domingo (10) no Parque das Águas

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, convida população para o lançamento oficial da Edição do Natal da Gente 2023, nesse domingo (10), a partir das 19h, no Parque das Águas. O acesso é gratuito.

A programação festiva, dedicada ao nascimento do menino Jesus, celebrada em 25 de dezembro, está sendo especialmente preparada para proporcionar um evento repleto de magia e encanto característicos do Natal.

Durante o lançamento, o público terá a oportunidade de presenciar um encantador show de neve, com a participação especial de um dos casais mais adorados da Disney, Mickey e Minnie. Esses personagens encantadores serão os responsáveis por receber o Papai Noel, momento que será registrado em fotos, trazendo muita alegria, dança e animação tanto para as crianças quanto para os adultos.

Além disso, o evento contará com apresentações musicais dos grupos de Corais da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e do programa Siminina, por meio de uma belíssima Cantata de Natal. O Coral da UFMT, reconhecido por sua excelência musical, promete envolver todos os presentes em uma atmosfera mágica e emocionante. Destaque também para a participação especial do Coral do Programa Siminina, que conta com a madrinha primeira-dama Márcia Pinheiro. As meninas se dedicaram a ensaiar um repertório com músicas temáticas para acrescentar ainda mais brilho à noite de abertura da programação festiva.

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O secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Aluízio Leite, ressaltou a importância da participação dos corais, conhecidos por seus talentos, na criação de um ambiente harmonioso. Ele destaca que o Natal representa a vida, simbolizando o nascimento do menino Jesus, e convida a população a participar deste espetáculo especialmente preparado pela gestão do prefeito Emanuel Pinheiro.

Os visitantes poderão desfrutar de diversas atrações, incluindo apresentações culturais, atividades para crianças e a presença de personagens natalinos. O Parque das Águas, cenário deslumbrante para esta celebração, será decorado com elementos natalinos, criando um ambiente ainda mais encantador.

A programação do ‘Natal da Gente 2023’, em parceria com a UFMT, Energisa, O Boticário, Águas Cuiabá e Assembleia Legislativa de Mato Grosso, proporcionará encantamento às populações das regiões Sul, Oeste, Norte e Leste de Cuiabá. Após o lançamento oficial em 10 de dezembro, as atividades se estenderão até o dia 20.

Uma carreta decorada com 15 metros de comprimento percorrerá dez bairros, levando a magia festiva a todos os cantos da capital cuiabana, com muita alegria, entretenimento e cultura para os moradores.

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A região Sul terá sua programação na Praça Cultura do Pedra 90 na segunda-feira, 11 de dezembro. Em seguida, no dia 12, terça-feira, a Avenida Espigão/Tijucal será iluminada com as luzes do Natal da Gente 2023.

A região Oeste será contemplada com a programação na Praça Cultural do Parque Cuiabá no dia 13, seguida pelo Campo do Areão/Santa Isabel em 14 de dezembro. A programação ocorrerá sempre das 19h às 22h.

No bairro do Distrito do Coxipó, região Norte da capital, a carreta trará muita música, alegria e diversão para os moradores. Entre os dias 16 e 17, as festividades ocorrerão no campo de futebol do bairro Jardim União e no campo de futebol do bairro Três Barras.

Os moradores do CPA I também receberão a visita do Papai Noel na praça próxima ao Terminal, em 18 de dezembro, a partir das 19h. Na terça-feira, 19 de dezembro, a carreta estará no bairro Campo Velho.

E, para encerrar com chave de ouro, no dia 20, quarta-feira, a ação do Natal da Gente 2023 acontecerá no Parque Tia Nair. Contamos com a presença de todos para celebrarmos juntos essa época especial do ano.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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