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Preparativos para a Folia Cuiabana 2024 estão em ritmo acelerado para garantir segurança e animação durante os cinco dias do carnaval

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Os preparativos para os cinco dias de programação da Folia Cuiabana 2024 estão em ritmo acelerado para garantir uma festa segura que para aqueles que vão ficar em Cuiabá nesse período. No último domingo (04), quem passou pela Praça de Oito de Abril, popularmente conhecida como Praça do Choppão, teve a oportunidade de conferir um gostinho do que será a Folia de Momo promovida pela Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer e seus parceiros. Mais de cinco mil pessoas prestigiaram o evento na capital.

A Praça da Mandioca, um dos locais mais tradicionais de Cuiabá, abrirá as festividades carnavalescas nesta sexta-feira (09), a partir das 18h. A animação, embalada pelas tradicionais marchinhas dos antigos carnavais, ficará por conta da Banda Charanga da Alegria e do renomado músico Saca Rolha, considerado uma lenda viva do samba mato-grossense.

Este ano, em contraste com o anterior, a população terá a oportunidade de desfrutar dos cinco dias de festa na Praça da Mandioca, não se limitando apenas ao primeiro dia, sempre das 18h à meia-noite. De sábado a terça-feira (10 a 13), os foliões poderão aproveitar o carnaval com a participação de bandas regionais como Charanga Bola de Ouro, Raízes do Samba, além dos cantores Roberto Lucilado e Dilson de Oliveira. A diversidade musical será garantida com a presença de DJ’s para atender a todos os gostos e estilos musicais.

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A alegria do carnaval, uma das festas mais celebradas pelos brasileiros, continuará com atrações na Praça Oito de Abril. Entre os dias 10 e 13 de fevereiro (sábado, domingo, segunda e terça-feira), pessoas de todas as idades poderão desfrutar das apresentações da Banda Mestre Cachaço e Gracy Lopes, do grupo carnavalesco Confraria do Bode, e dos músicos Leuo e Turma do Bill. Para os pequenos, a Tia Hanna e sua turma proporcionarão momentos de pura diversão.

O secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Aluízio Leite, enfatizou o apoio da Prefeitura às festas nos bairros, como Pedra 90, Parque Cuiabá, entre outros, demonstrando a preocupação com o bem-estar da população cuiabana. “A gestão Emanuel Pinheiro visa oferecer, mais uma vez, uma grande folia de momo, com entrada franca e uma variada oferta de música para atender aos diferentes públicos, relembrando os carnavais de antigamente. Participe você também da Folia Cuiabana 2024”, concluiu o secretário.

Confira a programação completa:

Praça Oito de Abril:

10/02 (sábado): Tia Hanna, Banda Mestre Cachaço & Gracy Lopes, Confraria do Bode, Turma

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11/02 (domingo): Tia Hanna, Banda Mestre Cachaço & Gracy Lopes, Meire Pinheiro

12/02 (segunda-feira): Tia Hanna, Banda Mestre Cachaço & Gracy Lopes, Leuo, Turma do Bill

13/02 (terça-feira): Tia Hanna, Banda Mestre Cachaço & Gracy Lopes, Confraria do Bode, Leuo

Praça da Mandioca:

09/02 (sexta-feira): Charanga da Alegria, Saca Rolha

10/02 (sábado): Charanga Bola de Ouro, Roberto Lucialdo, Dilson de Oliveira

11/02 (domingo): Charanga da Alegria, Roberto Lucialdo, Dilson de Oliveira, Raízes do Samba

12/02 (segunda-feira): Charanga da Alegria, Bola de Ouro, Raízes do Samba

13/02 (terça-feira): Charanga da Alegria, Bola de Ouro, Roberto Lucialdo, Dilson de Oliveira

Bairros:

Praça Cultural do Pedra 90: 10, 11 e 12 de fevereiro, a partir das 18h.

Praça Cultural do Parque Cuiabá: Domingo (11), a partir das 18h.

Avenida Mato Grosso: 10 e 11 de fevereiro (sábado e domingo), a partir das 23h.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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