MATO GROSSO
Seciteci recebe da Sesp mil celulares apreendidos pelo sistema prisional para aulas de curso de qualificação
MATO GROSSO
Os alunos do programa irão aprender técnicas de montagem, desmontagem e manutenção de celulares.
Após o processo de manutenção e substituição de peças e componentes, os equipamentos serão destinados para o atendimento de projetos de inclusão digital em escolas públicas, bibliotecas, e outras iniciativas.
De acordo com o secretário de Estado de Segurança Pública, César Roveri, antes da entrega, todos os dados dos aparelhos foram resetados.
“Atendendo solicitação do secretário Allan, conseguimos disponibilizar mil aparelhos celulares nesse primeiro momento para que sejam utilizados nas oficinas da Seciteci e para atendimento de outras demandas sociais do Estado”, declarou Roveri.![]()
O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Allan Kardec, enfatizou que o Recytec possibilita a inclusão social e digital, a formação de jovens e adultos na área da tecnologia e a sustentabilidade através do reaproveitamento dos resíduos eletrônicos.
“Nós teremos três tipos de trabalhos com essa ação: não deixar que esses aparelhos fossem para o meio ambiente, incinerados ou queimados; formar jovens em montagem e desmontagem e manutenção de celulares; e devolver para a sociedade, entregando para aquelas pessoas que mais precisam na área da comunicação”, afirmou o secretário.
O programa Recytec, desenvolvido pela Seciteci em parceria com a ONG Programando o Futuro, representa uma iniciativa inovadora que tem como objetivo realizar a reciclagem e o descarte ambientalmente adequado de equipamentos eletrônicos inservíveis para os órgãos e entidades do poder público.
Em 2023, o Governo do Estado investiu mais de R$ 2 milhões para a ampliação do projeto. O recurso, destinado via convênio assinado pelo governador Mauro Mendes, possibilitou a abertura de novas turmas para formação de estudantes até 2025.
A sede do Recytec na Capital também aceita doações de materiais eletrônicos de toda a comunidade. Além de ser uma opção sustentável de descarte, a doação possibilita a continuidade do programa.
Para doar basta agendar o recolhimento, feito gratuitamente pela equipe do Recytec, pelo telefone: (65) 99229-2675.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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