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O Boticário apresenta EGEO Choc High, nova fragrância da linha Choc, que combina notas do chocolate com o azedinho do morango

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Você é meio doce ou meio ácido? Pensando nos comportamentos que evidenciam as dualidades das pessoas, sejam no lifestyle, comida ou estilos, o Boticário apresenta a mais nova criação de Egeo, sua marca de perfumaria compartilhável: Egeo Choc High. O lançamento traz uma combinação gourmand que une o melhor dos dois mundos, misturando as notas adocicadas do chocolate com o toque azedinho do morango.

Uma releitura do clássico Egeo Choc, a nova fragrância incorpora nuances surpreendentes e traz um segredo especial: o efeito Sugar High. Validado por estudos neurocientíficos realizados no NeuroLab GB, o primeiro laboratório de neurociência do setor de beleza do Brasil, a fragrância desperta a energia e vitalidade e atua como um convite para os lovers da marca aproveitarem os momentos no modo máximo*.

Segundo César Veiga, perfumista do Grupo Boticário, as análises laboratoriais mostram que o Sugar High intensifica a experiência sensorial, inspirando sentimentos de energia e diversão. “Materializado em uma perfumação irresistível, Egeo Choc High é a fragrância que conta com o chocolate como o ingrediente protagonista, promovendo uma indulgência marcante. Enquanto o morango aponta como contraste que provoca a ruptura do óbvio e reforça notas olfativas que conectam o dulçor ao lado ácido e marcante da fruta”, comenta. Na pirâmide olfativa, a novidade, que é compartilhável, para todo mundo usar, combina a acidez delicada do mirtilo silvestre e a suculência do morango nas notas de saída. O corpo é composto por uma deliciosa mistura de flor de laranjeira, rum, lavanda, leite condensado e jasmim, enquanto o fundo marcante reúne gergelim, cedro, cacau, chocolate em pó e preto, musgo e cashmeran.

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De acordo com Fernanda Marques, diretora da categoria de Perfumaria Feminina do Grupo Boticário, a escolha olfativa do chocolate cremoso combinado ao azedinho do morango e ao extrato de cacau traduz a essência ousada e fun de Egeo. A marca de perfumaria se destaca por inovar os clássicos, como Choc, um dos best sellers, e explorar novas nuances olfativas, agregando conceitos de neurociência em suas criações – sempre conectada ao espírito criativo e irreverente da Geração Z. “O DNA de EGEO nos permite romper padrões e trazer inovações para o mercado, que se conectam diretamente com nosso público.

Criamos uma fragrância que incentiva os nossos consumidores a curtirem seus momentos ao máximo, celebrando suas identidades e individualidades de forma genuína. É essa ousadia que reforça a força da marca em buscar e trazer sempre o novo, sem perder a conexão com o que é relevante para nosso público”, comenta.

O portfólio da novidade aposta em um momento de autocuidado completo e divertido, considerando o destaque para a fragrância Egeo Choc High Desodorante Colônia e o Egeo Choc High Suflê Hidratante Desodorante Corporal – com textura leve e que seca rápido, alta perfumação e hidratação por até 48 horas.

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Até o dia 19 de janeiro, o Egeo Choc High conta com desconto especial de até 20% em todas as lojas físicas e no e-commerce da marca, no link www.boticario.com.br, além do aplicativo Boticário, disponível para as versões Android e iOS. Também é possível fazer pedidos via WhatsApp pelo número 0800 744 0010 – número oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo. Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca pelo endereço boticario.com.br/encontre.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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