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Número 1 do país, Bia Haddad prioriza torneios de simples em 2023

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A brasileira Beatriz Haddad Maia finalizou a temporada como 15ª colocada do ranking de simples da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), ganhando 67 posições em relação a dezembro de 2021. Nas duplas, a subida foi ainda mais impressionante, saindo do 485º lugar para 13º. Não à toa, foi nomeada pela entidade como tenista que mais evoluiu durante o ano. Ainda assim, a prioridade para 2023 serão as disputas individuais.

“Eu sou jogadora de simples, isso é bem claro na minha cabeça. A dupla eu sempre joguei para tentar melhorar meu tênis, saque e devolução e porque adoro jogar dupla, para competir. A prioridade é simples, não jogarei o ano inteiro duplas. Vou continuar priorizando a saúde do meu corpo, com certeza”, afirmou Bia à Agência Brasil.

A paulista de 26 anos conquistou quatro títulos do circuito da WTA de 2022. Em simples, foi campeã dos WTA 250 (terceiro nível) de Nottingham e Birmingham (ambos Grã-Bretanha). Nas duplas, além de também vencer em Birmingham, ao lado da chinesa Zhang Shuai, ela levantou o troféu do WTA 500 (segundo nível, intermediário) de Sydney (Austrália), tendo a cazaque Anna Danilina como parceira. Outra campanha de destaque foi o vice, no individual, do WTA 1000 (nível mais alto) de Toronto (Canadá).

Bia conversou com a Agência Brasil durante visita a um núcleo do projeto Maria Esther Bueno, no Centro Esportivo Mané Garrincha, no Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Ela bateu bola e respondeu perguntas de crianças atendidas pela iniciativa, que atua com crianças de escolas públicas nas cinco regiões do país.

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“Conforme vamos tendo resultados, aumenta nossa responsabilidade. Tudo isso faz parte de um sonho, um trabalho da equipe, não somente chegar ao topo, mas também poder retribuir com isso e fazer diferença na vida das pessoas, especialmente aquelas que precisam mais. Eu ganho meu dia recebendo esse abraço, sorriso e um carinho muito genuíno”, declarou.

A visita antecedeu a viagem de Bia à Austrália. Na próxima quinta-feira (29) a tenista já inicia a temporada 2023 com a disputa da United Cup, competição entre seleções mistas. Além da paulista, a equipe brasileira é formada por Laura Pigossi, Luisa Stefani, Carol Meligeni, Thiago Monteiro, Felipe Meligeni, Matheus Pucinelli e Rafael Matos. O Brasil está no Grupo E (com sede em Brisbane) com Itália e Noruega. As equipes disputarão uma melhor de cinco partidas (quatro de simples e uma de duplas). O país mais bem colocado passa de fase. O torneio segue até 8 de janeiro.

A competição serve de preparação para o Aberto da Austrália, primeiro dos quatro principais campeonatos da temporada, os chamados Grand Slams. O torneio começa no próximo dia 16 de janeiro. Em 2022, a brasileira chegou à final de duplas, mas ela e Anna Danilina foram superadas pelas tchecas Barbora Krejcikova e Katerina Siniakova, principais favoritas. Foi a melhor campanha da paulista em uma competição deste nível.

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“O principal objetivo é continuar saudável. Além disso, tenho que me concentrar o máximo possível, trabalhar melhor dentro de quadra e executar bem o que preciso para pensar em resultados. Terei um WTA 500 [em Adelaide, a partir de 9 de janeiro] antes do Aberto da Austrália, então quero jogar no mais alto nível possível, que é o que fará diferença para os objetivos maiores”, projetou.

Entre os objetivos está representar o Brasil na Olimpíada de Paris (França), em 2024. Nos Jogos de Tóquio (Japão), no ano passado, o país alcançou a primeira medalha da história no tênis, com o bronze de Luísa Stefani e Laura Pigossi nas duplas femininas.

“Especialmente sendo brasileira, a Olimpíada é muito especial, crescemos acompanhando pela TV. Tenho sim esse sonho para concretizar em 2024”, concluiu Bia.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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