MATO GROSSO
Após restauração, réplica de dinossauro retorna para Museu de História Natural
MATO GROSSO
A réplica do dinossauro Pycnonemosaurus Nevesi está de volta ao Museu de História Natural de Mato Grosso e pode ser uma das programações deste final de semana para as famílias que buscam lazer e entretenimento. Recentemente, o atrativo passou por restauração e já se encontra na parte externa do local.
A réplica foi recriada com base em fósseis descobertos em 2011, entre eles vértebras, dentes e uma parte do fêmur. O animal viveu há 70 milhões de anos na região onde hoje está localizada Jangada Roncador, no município de Chapada dos Guimarães.
Na parte interna do museu, os visitantes também podem conferir outros fósseis e artefatos que remontam parte da pré-história de nosso estado.
O museu funciona de quarta-feira a domingo, das 8h às 18h, na Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), nº 2000, bairro Jardim Europa, em Cuiabá. A entrada é gratuita nos domingos e nos outros dias custa R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia).
O Museu de História Natural de Mato Grosso é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), em funcionamento sob gestão compartilhada, desde 2006, pelo Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Instituto Ecoss).
Mais informações: (65) 3634-4858 ou (65) 99686-7701 WhatsApp
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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