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Cinco pessoas são presas pela Polícia Militar por porte ilegal de arma e tráfico em MT

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Policiais militares do 11º Batalhão prenderam, na madrugada desta sexta-feira (14.02), cinco pessoas por formação de quadrilha, porte ilegal de arma de fogo e tráfico ilícito entorpecentes, no bairro Cidade Jardim, no município de Sinop.

Na ação, foram apreendidos um revólver calibre 38, oito munições, 40 porções de substância análoga à pasta base de cocaína e um veículo Fiesta, cinza.

Durante patrulhamento de rotina, os militares foram acionados para se deslocarem até uma área conhecida como “Morrinho”, pois havia um grupo exibindouma arma de fogo e comercializando entorpecentes na região.

Diante das características dos suspeitos, equipes do Grupo de Apoio saíram em diligência e identificaram supostos integrantes da quadrilha apresentadas na denúncia.

No momento da abordagem, quando um dos suspeitos saiu do veículo, os policiais encontraram uma arma de fogo, no assoalho do carro, com algumas munições.

Ainda no interior do carro, no banco de trás, em uma sacola, foram localizadas 40 porções de pasta base de cocaína e R$ 70 em espécie, supostamente oriundo do comércio de produto ilícito.

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Dois suspeitos eram monitorados por meio de tornozeleira eletrônica. Um dos integrantes da quadrilha era um adolescente de 16 anos. Já o carro foi apreendido por conter algumas medidas administrativas.

Os suspeitos e demais produtos apreendidos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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