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Em avenida da capital 7 motoristas acabam presos em flagrante por embriaguez ao volante

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Na madrugada deste domingo(10.07), durante a 64ª edição da Operação Lei Seca,   sete   motorista foram presos por embriaguez ao volante e 129 veículos fiscalizados. A ação ocorreu na Avenida Tenente-coronel Duarte (Prainha), no bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

Outros seis condutores acabaram sendo autuados por dirigir sem CNH (Carteira de Habilitação) e 44 tiveram seus veículos removidos por falta de condições de tráfego, irregularidade na documentação, entre outras situações.

No total, os agentes de segurança que compuseram a equipe do GGI (Gabinete de Gestão Integrada), órgão responsável pela Operação Lei Seca aplicaram 60 multas e recolheram 20 CNHs(Carteira de Habilitação) que estavam vencidas ou apresentaram outras inconformidades com a legislação de trânsito.

O relatório dessa operação mostrou que 136 motoristas fizeram o teste de alcoolemia. Sete se recusaram a realizar o mesmo teste, porém alguns deles acabaram sendo multados e conduzidos à delegacia porque apresentavam sinais compatíveis com a embriaguez, conforme estabelece a legislação.

A operação é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e conta com apoio das forças integradas do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito da Polícia Judiciária Civil e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Nessa edição, contou ainda com equipes da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá.

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Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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