MATO GROSSO
Emanuel Pinheiro diz que tendência da prefeitura é para liberar uso de máscara
MATO GROSSO
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou nesta segunda-feira (07) que a tendência é que a obrigatoriedade do uso de máscara seja derrubada também em Cuiabá. O prefeito afirmou à reportagem do Olhar Direto que pretende realizar uma reunião com o Comitê de enfrentamento a Covid-19 para discutir o assunto.
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“A tendência é pela liberação, os números da vacinação em Cuiabá estão altos e os números de internação em UTI pediátrica e adulta estão baixos, assim como os números das enfermarias, então a tendência é que a gente faça a liberação em breve”, afirmou Pinheiro.
Com a decisão do governador Mauro Mendes de derrubar o Decreto 1.134/2021, as prefeituras de municípios mato-grossenses estão liberadas para reajustar as definições sobre uso de máscara ou não em locais internos e externos. A expectativa é que diversos municípios passem derrubem a obrigatoriedade da vestimenta, utilizada para evitar o aumento de casos de covid-19.
Um dos primeiros a deixar de exigir a utilização de máscaras foi o município de Nova Mutum. A decisão do município foi publicada na última quinta-feira (03).
FONTE/ REPOST: LÁZARO THOR BORGES – OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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