MATO GROSSO
Equipe da Assomasul visita a AMM e troca experiências sobre os serviços oferecidos
MATO GROSSO
Participaram do encontro o diretor geral da Assomasul, Rogério Rosalin, a coordenadora do Núcleo de Gestão Municipalista, Micheli Belizário, os representantes do setor Jurídico, Paulo Cristiano e Antônio Schimit, e também a coordenadora geral, da Associação Mato-grossense dos Municípios, Juliana Ferrari, a consultora contábil, Waldna Fraga e o consultor econômico, Vivaldo Lopes.
Na ocasião, foram apresentados os serviços prestados aos municípios de Mato Grosso nas áreas: técnica operacional; apoio; capacitação; eventos, comunicação, jurídica, projetos e administrativo, além das parcerias com os poderes e a representatividade política da instituição.
A Equipe da Assomasul relatou as atividades desenvolvidas pela entidade e os resultados obtidos para as gestões das prefeituras.
A coordenadora geral da AMM, Juliana Ferrari apresentou os setores técnicos e como funciona cada um. Ela ressaltou a parceria com o Tribunal de Contas do Estado em diferentes áreas, principalmente com as capacitações para os gestores e as equipes das prefeituras. “Atualmente com a aproximação entre o tribunal e os prefeitos, diminuiu muito o número de contas reprovadas. Em 2021, por exemplo, todas as contas das prefeituras foram aprovadas pelo TCE”, disse ela, lembrando que a orientação do Tribunal foi fundamental.
O diretor geral da Assomasul, Rogério Rosalin, destacou a integração entre as equipes das duas entidades municipalistas e frisou que a AMM é uma referência nacional para as entidades, principalmente na região Centro Oeste. “Viemos buscar conhecimento e ver o que tem de diferente aqui, principalmente a Central de Projetos. Nós temos uma lá, mas aqui é extremamente grande, é um setor essencial para as associações dos municípios de todos os estados”, observou.
Rogério falou sobre nosso núcleo de gestão municipal da Assomasul, as atividades do Confaz desenvolvidas dentro da Associação, que gera bons resultados. A coordenadora do Núcleo de Gestão Municipalista, Micheli Belizário, também abordou a situação de receitas, a arrecadação dos municípios com o Imposto Territorial Rural, ICMS e outros impostos, além do projeto da Reforma Tributária que tramita no Congresso Nacional.
As equipes da Assomasul e da AMM destacaram o trabalho em comum voltado para o desenvolvimento das regiões nos dois estados, visando a qualidade de vida da população, principalmente o atendimento aos municípios menores com diversas ações. Além da integração, as entidades lutam pelo mesmo objetivo, para garantir os avanços da pauta municipalista nacional.
MATO GROSSO
“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista
O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.
“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.
Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.
Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.
O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.
“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.
Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.
“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.
Sobre a AACCMT
A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.
A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.
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