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Feira de aeronaves executivas deve atrair consumidores mato-grossenses

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Com uma área territorial quase três vezes maior que a Itália, aeronaves executivas deixaram de ser um luxo e se tornaram uma necessidade para quem tem negócios em Mato Grosso. Com a possibilidade de se locomover em grandes distâncias e em poucas horas, além de chegar a localidades de difícil acesso, empresários estão investindo cada vez mais na aquisição de aeronaves para ganhar tempo e mobilidade em regiões remotas, porém produtivas no território mato-grossense.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Aviação Geral, em 2024, o segmento passou de 10.053 aeronaves para 10.632, crescimento de quase 6% da frota em um ano, desse total 1,2 mil estão registradas em Mato Grosso.

Para aqueles que estão interessados em ingressar neste segmento, a 4ª edição do Catarina Aviation Show, que acontecerá entre os dias 5 e 7 de junho no São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional é uma grande oportunidade para conhecer de perto as novidades do setor. O evento, que é exclusivo para pessoas convidadas, terá 70 marcas expositoras e deve receber seis mil visitantes.

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A feira contará com a participação da WM Trading, empresa que há mais de duas décadas é a mais completa no segmento de importação de aeronaves e equipamentos para o Brasil. Para a diretora de novos negócios da WM Trading, Amanda Verjovsky, a participação na Catarina Aviation Show é uma boa oportunidade para explicar aos consumidores as vantagens de se importar uma aeronave de outro país.

“Com a grande demanda e o longo tempo de espera para adquirir uma aeronave nova no país, o Brasil tem se destacado cada vez mais e aumentado o número de aquisições destes veículos no mercado global. Além do tempo de entrega, que cai para meses, importar uma aeronave de outro país possibilita aos consumidores acessar tecnologias avançadas além da possibilidade de personalização nos modelos”, explicou.

De acordo com a consultoria global Mordor Intelligence, o setor de jatos executivos na América Latina deve movimentar US$ 1,31 bilhão até 2029. O Brasil lidera o número de aeronaves executivas na região.

A WM Trading estará presente no Catarina Aviation Show com um stand mostrando ao público a experiência da empresa neste nicho, reforçando o atendimento personalizado, do início ao fim do processo de importação e/ou exportação. A empresa está presente em 14 estados brasileiros e uma filial no Panamá, é especialista em planejamento tributário e logística para otimizar as operações de importação.

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“Oferecemos ampla experiência na importação de aeronaves executivas, com domínio das leis e regulamentos aeronáuticos. A WM Trading mantém índice de 100% de parametrização em canal verde na liberação de aeronaves importadas, além de ampla expertise em diferentes modelos executivos. Participar mais uma vez do Catarina Aviation Show reforça nossa conexão com o setor e com os clientes que atendemos no dia a dia”, conclui Amanda Verjovsky.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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