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MT Hemocentro e Hemorrede coletam 4,4 mil bolsas de sangue durante campanha

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O MT Hemocentro e a Hemorrede de Mato Grosso, geridas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), coletaram 4,4 mil bolsas de sangue no período da campanha Junho Vermelho. As bolsas de sangue foram enviadas para as unidades de saúde públicas do Estado e ajudaram a salvar aproximadamente 17 mil vidas.

A campanha é realizada anualmente para conscientizar a população sobre a doação de sangue. Neste ano, a ação contou com apoio da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, que é madrinha do MT Hemocentro.

“A SES intensificou o trabalho junto com a primeira-dama Virginia Mendes para alertar as pessoas sobre a importância desse gesto de solidariedade que é doar sangue. Muitas vidas puderam ser ajudadas com a atitude heroica da população. A atual gestão compreende a relevância do trabalho desenvolvido pelo MT Hemocentro e também trabalha na construção de uma nova e moderna unidade para o banco de sangue”, diz o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Para a diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, o trabalho conjunto e o amor das pessoas foram os ingredientes principais da campanha. “É impossível salvar vidas sem mobilizar uma equipe de trabalho empenhada e sem o apoio integral dos nossos doadores fidelizados. Fico feliz com os números alcançados pois colaboramos para continuidade dos tratamentos e cirurgias no SUS”, destaca Gian.

Ações realizadas

Para alcançar as 4,4 mil bolsas de sangue coletadas, as equipes trabalharam ações variadas no mês de junho. Entre as iniciativas, está a 5ª Corrida pela Vida, realizada em Cuiabá pelo Instituto Brasil Central. Com apoio da primeira-dama, o MT Hemocentro recebeu a solidariedade da Polícia Militar por meio da Escola Superior de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Esfap) e da Unidade de Ações Sociais e Apoio às Famílias (UNAF).

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O banco de sangue ainda realizou coletas no 7º mutirão do consumidor de Várzea Grande e fechou parcerias para doação de sangue com a Telemont, Propedia, Igreja Universal, Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Concessionária de Aeroportos (COA), grupo de pesca esportiva “Pescador Até no Sangue” e com os alunos de medicina da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Já as unidades móveis do MT Hemocentro percorreram os municípios de Juscimeira, Feliz Natal, Alta Floresta, Vera e Campo Verde.

Durante o mês de junho, as 14 Unidades de Coleta e Transfusão também realizaram atividades de conscientização da doação de sangue. As unidades estão localizadas nos municípios de Juína, Juara, Colíder, Alta Floresta, Cáceres, Primavera do Leste, Barra do Garças, Sinop, Porto Alegre do Norte, Água Boa, Rondonópolis, Tangará da Serra, Barra do Bugres e Sorriso.

Como doar

No MT Hemocentro, as doações podem ser agendadas por meio deste link. O voluntário também pode agendar as doações por telefone (65) 98433-0624 (Whatsapp, ligação ou mensagem) ou pelo número fixo: (65) 3623-0044, ramais 211 e 221.

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A sede do Banco de Sangue está localizada na Rua 13 de junho, n° 1.055, Cuiabá, Centro Sul. O funcionamento da unidade ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h.

Já os telefones e endereços para doação nas 14 Unidades de Coleta e Transfusão podem ser acessados neste link.

A doação de sangue no Brasil deve ser voluntária e gratuita. O sangue coletado beneficia pessoas internadas e em tratamento nas unidades e hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Estado.

Quem pode doar?

O Ministério da Saúde recomenda que o doador compareça à unidade portando um documento oficial com foto, tenha mais de 51 quilos, esteja em bom estado de saúde e tenha uma alimentação saudável, nunca indo doar em jejum.

Homens podem fazer até quatro doações anuais, com prazo de dois meses entre cada uma. Já as mulheres podem fazer três doações por ano, com um espaço de quatro meses. Os candidatos precisam ter a partir de 16 a 69 anos, 11 meses e 29 dias.

Em cada coleta é retirado um volume aproximado de até 450 ml de sangue. Nas primeiras horas pós-doação, recomenda-se descanso, evitar atividade física e ingestão de bebida alcoólica.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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