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Nadaf homenageia profissionais que participaram do mutirão de cirurgias

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O vereador Mário Nadaf (PV) homenageou os profissionais da saúde que participaram e promoveram o Mutirão de Cirurgias de Hérnia da Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH). A ação iniciou no dia 4 de julho, no Hospital Geral.
Foram realizadas 120 cirurgias em pacientes do SUS que aguardavam longos períodos na fila de espera. Havia pessoas esperando pelo procedimento desde 2016.
A ação é realizada com custo zero para o estado e município – no que se refere aos recursos humanos e material usado nos procedimentos. Ao todo, 20 cirurgiões voluntários, de diferentes regiões do Brasil, foram responsáveis pelos procedimentos.
Ações similares já foram realizadas pelo país. Entre os estados que já receberam mutirões estão a Paraíba, Ceará, Rio de Janeiro, Maceió, Minas Gerais, Amazonas, Rio Grande do Sul e Tocantins.
“A moção de aplausos aos profissionais é em homenagem e gratidão pelo lindo trabalho prestado em prol da nossa população, em um projeto tão humanizado como esse. Reforço os meus parabéns a todos os participantes dessa iniciativa junto à saúde da comunidade cuiabana e em especial gostaria de parabenizar o grande Dr. Rafael Figueiredo pela brilhante iniciativa à frente do projeto que já realizou mais de 100 cirurgias”, disse o vereador nas redes sociais.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá
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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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