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Nova Rota do Oeste deve iniciar três grandes pacotes de obras na BR-163

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Projetos atacam pontos prioritários da BR-163 e rodovia dos Imigrantes

O planejamento da Nova Rota do Oeste para 2024 prevê o início de três grandes obras ainda no primeiro semestre do ano em trechos prioritários da BR-163 e BR-070 (rodovia dos Imigrantes) diante do alto fluxo de veículos e índice de acidentalidade. A intervenção nesses locais atende ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

A Concessionária encerra 2023 finalizando a contratação da empresa responsável pela segunda frente de duplicação da BR-163, entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde.

A autorização para contratação foi assinada no final de outubro e ainda antes do novo ano deve ser concluída. Esse pacote de obras prevê o investimento de R$ 650 milhões na construção de mais 80 quilômetros de pista nova na BR-163 e recuperação da via já existente (do km 601 ao km 681 da BR-163), readequação de parâmetro de outros 8 quilômetros (do km 593 ao km 601, na travessia urbana), construção de seis dispositivos, sendo três diamantes (viaduto) e três retornos em desnível, além de cinco retorno em nível e uma ponte sobre o rio dos Patos.

Leia Também:  O senador Wellington Fagundes (PL) revelou, por meio de nota nesta quarta-feira (30), que o nódulo retirado do seu rim esquerdo trata-se de um tumor maligno. O político passou por cirurgia no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para retirada do nódulo no último dia 25 e recebeu alta nesta quarta. Ele aguardava o resultado de uma biópsia. “O exame histopatológico confirmou tratar-se de um tumor maligno, mas de baixa agressividade, que foi totalmente retirado. O tratamento foi considerado concluído”, consta em trecho da nota. O senador deverá resguardar-se de esforços mais intensos por 30 dias.

Ainda no primeiro semestre de 2024, deve ser iniciada a remodelação da rodovia dos Imigrantes (trecho da BR-070 que contorna Cuiabá e Várzea Grande, interligando o sul e o norte da BR-163/364) a partir da Capital sentido o norte de Mato Grosso. As obras iniciam na região do Distrito Industrial de Cuiabá, onde já há projeto finalizado, enquanto o projeto do trecho de Várzea Grande, que engloba os populosos bairros do Capão Grande, São Mateus e Praia Grande, é atualizado para se adaptar à sua característica urbana.

Também entre as prioridades da Nova Rota do Oeste para o primeiro semestre de 2024 está a reformulação da travessia urbana de Sinop com a construção de seis viadutos e duplicação de um trecho de 27 quilômetros da BR-163. Este projeto está sendo finalizado e deve ir para o mercado no início do ano.

Área de escape

Ainda como parte das missões da Concessionária para os próximos meses de 2024 está a aprovação, junto à ANTT, para a construção da área de escape na Serra de São Vicente (BR-364), em Santo Antônio de Leverger. Essa obra não faz parte das obrigações contratuais da Nova Rota. Porém, diante da relevância para a ampliação da segurança viária no trecho, a empresa trabalha para inclusão do serviço no escopo de trabalho.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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