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Novo quartel dos bombeiros vai garantir atendimentos mais rápidos, afirma comandante

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Unidade está localizada no centro do município

A nova sede da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar de Primavera do Leste vai garantir atendimentos mais rápidos para a população da região. A unidade ficará centralizada no município, entre o Instituto Médico Legal e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

“Ao ter uma unidade centralizada na cidade, vamos poder diminuir muito o tempo de resposta em diversos pontos do município. Isso é um ganho muito grande para nós e, principalmente, para a sociedade de Primavera do Leste. É uma cidade que cresce muito e precisava deste investimento”, pontua o comandante da companhia, major Bruno Rebouças.

“Além de fornecer os melhores equipamentos para as nossas forças de Segurança, também estamos empenhados em melhorar a estrutura e o ambiente de trabalho. Os Bombeiros precisam de um espaço adequado para atuarem com cada vez mais eficiência no atendimento à população, e essa unidade que estamos construindo vai contar com tudo isso”, afirma o governador Mauro Mendes.

Na avaliação do comandante-geral dos Bombeiros, coronel Alessandro Borges, a construção da unidade comprova o compromisso da gestão atual para o fortalecimento da corporação.

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“Desde o início da atual gestão, o Corpo de Bombeiros têm vivido o seu melhor momento. Nunca houve tanto investimento na corporação como nestes últimos anos. Recebemos viaturas, novos equipamentos e fardas para nossos bombeiros, e novos quartéis, como este que é construído em Primavera. A gestão Mauro Mendes fortaleceu a Segurança Pública como nenhum outro gestor”, enfatiza o comandante-geral dos Bombeiros, coronel Alessandro Borges.

As obras da unidade são executadas em parceria com a Prefeitura Municipal de Primavera do Leste. Leonardo Bortolini, prefeito do município, relembra que a construção de uma sede mais ampla era sonho antigo da corporação e população primaverense.

“Lembro de quando o tenente-coronel Jooziel trouxe a proposta do coronel Alessandro Borges para construir uma nova unidade dos bombeiros. Eu ainda era vereador quando isso aconteceu, e agora com o governador Mauro Mendes pudemos firmar este convênio para dar início a esta obra que é um sonho para a cidade”, diz o prefeito de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin.

Investimento em segurança

Desde o início da atual gestão, o Governo de Mato Grosso investiu cerca de R$ 9 milhões para reforçar a Segurança Pública em Primavera do Leste. Além da nova sede da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar, o Estado também investe na construção de um novo Comando Regional da Polícia Militar de Mato Grosso.

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O Governo do Estado ainda entregou 140 rádios digitais para melhorar a comunicação entre policiais e um caminhão-pipa ao Corpo de Bombeiros para o combate de incêndios florestais na região.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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