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Pesquisa eleitoral: Confira os preferidos na disputa para deputados federal e estadual na Baixada cuiabana

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Uma pesquisa realizada pelo instituto Strategia e Verum Dados e Consultoria revelou os principais nomes cotados para os cargos de deputado federal e estadual nas eleições desde ano.

A pesquisa foi realizada nas cidades da Baixada cuiabana com 2150 entrevistados, entre os dias 24 de fevereiro a 02 de março de 2022.

O levantamento foi feito de forma estimulada, ou seja, forma na qual são apresentados nomes de possíveis candidatos aos cargos de deputado estadual ou federal.

Entre os nomes escolhidos pelos entrevistados para o cargo de deputado federal, Emanuelzinho (PTB), desponta em primeiro lugar. Ele recebeu 11,49% dos votos. O número de pessoas que não sabem para quem votar ou não responderam aparece com 10,14% dos entrevistados. Coronel Fernanda aparece bem na terceira posição com 7,8% dos votos. Logo atrás vem Pedro Taques com 6,35%, seguido de Carlos Bezerra com 5,5% dos votos.

Já entre os nomes que figuram na disputa pelo cargo de deputado estadual, quem aparece melhor arqueado é o atual deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), com 8,64% dos votos. Janaína Riva (MDB) vem na cola de Botelho com 8,19% das intenções de voto, seguida por Lúdio Cabral (PT) com 8,09%; Wilson Santos (PSDB) 6,60% e Elizeu Nascimento (PL) 4,35%.


A pesquisa foi registrada com o número MT-03989/2022. A realização das entrevistas ocorreu entre os dias 24 de fevereiro a 2 de março nas seguintes cidades: Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço, Nossa Senhora do Livramento, Nobres, Jangada e Rosário Oeste.

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A margem de erro é de 2,11% pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança do resultado desta pesquisa é de 95%.

FONTE/REPOST: Alex Garcia – VOZ MT

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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