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Polícia flagra 23 motoristas dirigindo alcoolizados durante blitz da Lei Seca em Cuiabá

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Vinte e três motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante a Operação Lei Seca, na noite desta quarta-feira (16), na Avenida Carmindo de Campos, no Bairro Grande Terceiro, em Cuiabá.

Ao todo, foram aplicadas 76 multas, sendo 28 por conduzir veículo sob efeito de álcool, 11 por recusa do teste de alcoolemia, cinco por dirigir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 24 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado e oito por infrações diversas.

Durante a operação, 115 pessoas foram submetidas ao teste do etilômetro, 111 veículos fiscalizados e 53 autuados. Também foram removidos 45 carros e quatro motocicletas.

Em Sorriso, também foi realizada a Operação Lei Seca na noite de quarta-feira, na Perimetral Sudoeste. Na ocasião, cinco motoristas foram presos por embriaguez ao volante.

Os agentes abordaram 203 veículos e todos condutores passaram pelo etilômetro passivo, aparelho que capta o álcool no ar. Destes 203 condutores, 66 foram encaminhados ao etilômetro bucal que comprova ou descarta ingestão de bebida alcoólica.

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Dos 64 autos de infração confeccinados, nove foram por ingestão de bebida alcoólica, sendo 8 foram por conduzir veículo sob efeito de álcool e um por recusa do teste do bafômetro. Foram removidos 23 veículos, sendo 10 carros e 13 motos.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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