MATO GROSSO
Prefeito: “Por onde se anda em MT tem obra do Governo e em Nova Lacerda não é diferente”
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes autorizou, nesta sexta-feira (27.05), R$ 4 milhões de novos investimentos para o município de Nova Lacerda (a 540 km de Cuiabá). A assinatura dos convênios, destinados a obras de infraestrutura e ações culturais na cidade, ocorreu durante vistoria ao canteiro de obras da Escola Estadual Nova Lacerda, que teve a construção retomada nesta gestão.
Durante a agenda no município, o governador ainda vistoriou a obra de asfaltamento de um trecho de 5,3 quilômetros de estrada na MT-473, contratada pela Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra) por R$ 5 milhões, e inaugurou outra obra de asfaltamento e drenagem de um trecho de 1,64 quilômetro, também na MT-473. Essa obra recebeu investimento de R$ 2,5 milhões.
“Nós nunca tivemos um governador como Mauro, que fala e cumpre, que é transparente, então temos que dar valor. É isso que a gente quer. Essa parceria é muito importante para a nossa população e vem desenvolvendo o município, que ainda vai crescer muito. Por onde a gente anda nesse Estado tem obra acontecendo e em Nova Lacerda, não é diferente”, destacou o prefeito do município, Uilson Linguiça.
Os convênios assinados para o município envolvem o repasse de R$ 815 mil para a realização da 18ª Exposição Agropecuária de Nova Lacerda, e R$ 962,7 mil para implantação de 6,3 quilômetros de asfalto na Rua Nova Lacerda, nas Avenidas Márcio Lacerda, Doutor Filó e Link.
Ainda, foi firmado convênio de R$ 2.268.806,20 para asfaltamento e obras de drenagem e implantação de calçadas e sinalização nas Avenidas Irajá Fagundes Teixeira e Marechal Rondon, e nas ruas Gumercindo Francisco Reo, São Rafael, Vacaria, Paraná e José Bernegozzi. O convênio conta com parceria do senador Carlos Fávaro e do deputado federal Neri Geller.

O governador Mauro Mendes destacou que a Região Oeste tem demonstrado grande desenvolvimento nos últimos anos, e que o Governo do Estado tem realizado investimentos em todos os municípios.
“Essa região ficou por um tempo longo um pouco adormecida, com as coisas evoluindo de maneira lenta, e agora a região está explodindo positivamente, com muitas obras, muitos investimentos. Estamos felizes com tudo o que temos feito, porque, a partir do momento que você investe junto com a prefeitura, você auxilia no crescimento econômico, gera mais qualidade de vida para a população e atrai mais pessoas para a região”, observou.
Desde o início da gestão, o governador Mauro Mendes já destinou mais de R$ 19 milhões para o município de Nova Lacerda. Os valores são empregados em ações sociais, obras de infraestrutura e reformas e melhorias em escolas estaduais.
De acordo com o secretário da Sinfra, Marcelo de Oliveira, uma das principais obras é o asfaltamento na MT-473, no entroncamento com a BR-174, uma vez que vai facilitar a logística da região.
“É uma obra importante. É uma interligação que estão pedindo faz tempo e que é fantástica, porque podemos ligar toda a região de Sapezal, Campos de Júlio, Campo Novo com a região de Pontes e Lacerda, e isso vai economizar muito no transporte do calcário, da brita, que são importantes tanto na área de construção, como de implantação de rodovias”, comentou.
O deputado estadual Valmir Moretto destacou que o governador Mauro Mendes foi o único governador a inaugurar obra executada em parceria com a prefeitura, o que demonstra seu comprometimento com os municípios.
“Quero parabenizá-lo, porque todos os governadores anteriores vieram ao município, se comprometeram em fazer algo pelo município, mas você foi o único que veio fazer e entregar e ajudou a colocar a cidade no rumo do desenvolvimento. É um governo comprometido, que realmente faz pelo estado de Mato Grosso”, disse.

O diretor da Escola Estadual Nova Lacerda, Roberto Conceição Nogueira, também acompanhou a visita à obra, e ressaltou que a população aguarda a inauguração do espaço há 10 anos. Ele ainda destacou que os investimentos realizados pelo governador Mauro Mendes na área da Educação refletem uma visão de futuro importante para a sociedade.
“Sabemos que logo estaremos nos mudando para esse prédio e é um motivo de muito orgulho, para toda a educação do município. Essa é uma obra que estamos esperando há 10 anos. Ficamos muito orgulhosos do empenho do governador Mauro Mendes e do deputado Valmir Moretto pela retomada da obra, porque é a população do município que tem a ganhar. Esse é um governo que está investindo pesado, tanto na infraestrutura quanto no humano e em tecnologias. É um governador que tem uma visão de futuro”, disse.
Na assinatura dos novos convênios, estiveram presentes os senadores Fábio Garcia e Wellington Fagundes, o deputado federal Dr. Leonardo, os deputados estaduais Valmir Moretto e Dr Gimenez, e os secretários de Estado Marcelo de Oliveira (Infraestrutura) e Laice Souza (Comunicação), e o presidente da MT Par, Elias Novaes.
Também acompanharam a solenidade o prefeito de Campos de Júlio, Irineu Parmeggiani, o vice-prefeito de Nova Lacerda, Quinha, e vereadores do município.
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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