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Produtores familiares podem solicitar manivas-sementes de Camanducaia à Empaer até sexta-feira (28)

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A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) iniciou, nesta terça-feira (25), a doação de manivas-sementes de mandioca da variedade Camanducaia para agricultores familiares. As manivas podem ser retiradas no Centro Regional de Pesquisa e Transferência de Tecnologia (CRPTT) da Empaer, localizado no município de Cáceres (225 km a Oeste de Cuiabá). A campanha vai até sexta-feira (28), e serão doadas 250 manivas por produtor para multiplicação do material em sua propriedade rural.

O agricultor interessado em adquirir as manivas pode fazer o cadastro e agendamento pelo telefone (65) 3291 1042 (whatsapp). O coordenador de Pesquisa e Fomento da Empaer, José Ricardo Brito, comenta que as manivas foram retiradas do campo experimental da Empaer, que realiza um trabalho de pesquisa com a finalidade de auxiliar os técnicos e agricultores no planejamento da cultura do plantio à colheita e ao processamento da mandioca.

“A iniciativa é uma ação de transferência de tecnologia para o produtor, fomentando um material de alta produtividade. Essa doação tem como objetivo fortalecer o cultivo da mandioca no Estado para gerar renda, emprego e produção local”, explica Brito.

Maniva de mandioca pronta para o plantio.

A variedade Camanducaia é extremamente precoce, enquanto outras produzem entre 10 a 12 meses, essa em apenas oito meses pode estar no ponto ideal para colheita. A pesquisadora da Empaer, Dolorice Moreti, fala que essa variedade e outras estão sendo avaliadas nos municípios de Tangará da Serra, Acorizal e Cáceres. Para que a cultura se torne competitiva e viável, a pesquisa no campo trabalhou com práticas conservacionistas, correção, adubação e recuperação dos solos, avaliação dos materiais genéticos e irrigação.

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“Apesar da Camanducaia ser uma variedade precoce em relação às demais, é exigente a fertilidade do solo e água. Suscetível a doenças e exige certos cuidados para que seja precoce”, esclarece Moreti.

O chefe do CRPTT, Eliebe Francisco Moreira, informa aos agricultores interessados para que façam a solicitação das manivas pelo telefone e a retirada será feita no Centro de Pesquisa da Empaer, que fica localizado na Rodovia BR 70, quilômetro 10, zona rural, com atendimento no horário comercial, das 7h30 às 11h30 (matutino) e das 13h30 às 17h30 (vespertino). “Para o plantio das manivas, a Empaer fornece assistência e acompanhamento técnico, que é importante para o sucesso do cultivo”, salienta Eliebe.

Mais informações pelo telefone (65) 3291-1042.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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