Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Quatro ficam feridos após mascarados invadirem clube atirando

Publicados

MATO GROSSO

Quatro pessoas ficaram feridas na noite de quinta-feira (12), em Sorriso (a 418 km de Cuiabá) após uma dupla encapuzada invadir um clube e fazer diversos disparos.

Conforme o boletim de ocorrência, as vítimas – com idades entre 18 e 24 anos – foram atingidas na cabeça, braço, perna e costas.

O caso foi registrado por volta das 23h40 no Clube Imperial, localizado no Bairro Industrial.

Quando os policiais chegaram ao local, todos eles estavam conscientes e disseram que a dupla, usando balaclava, entrou e sem dizer nada disparou contra as vítimas.

Logo os atiradores fugiram em direção à Rua São Fransisco, onde haviam deixado uma motocicleta.

Outras pessoas disseram apenas terem ouvido o barulho dos disparos.

As vítimas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Regional de Sorriso.

Foram realizadas rondas na região, mas a dupla não foi localizada.

A Polícia Civil agora investiga o caso.

MÍDIA NEWS 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Prefeitura abre seletivo para contratar 175 profissionais em Sinop; salários de até R$ 4,4 mil
Propaganda

MATO GROSSO

Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

Publicados

em

A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

Leia Também:  Seduc divulga lista dos 42 selecionados para a próxima fase do Super Chef da Educação 2024

Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

Leia Também:  CGE-MT participará de Seminário sobre os 10 anos da Lei Anticorrupção

Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA