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Sema atende produtores de cinco municípios no Mutirão Ambiental em Sorriso

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) iniciou atendimento sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR) a produtores rurais de cinco municípios no Mutirão Ambiental Vale do Teles Pires, realizado pelo Sindicato Rural, nesta segunda-feira (28.08). O evento segue até quarta-feira (30).

Na abertura do mutirão, a secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto, explicou a importância de levar a Sema até o cidadão para que ele saiba o que precisa fazer para o seu CAR ser aprovado. Atualmente, cerca de 20 mil cadastros estão suspensos e 24 mil aguardam a complementação de documentação pelos responsáveis técnicos.

“Este aqui é um momento importante para chancelar a parceria e o diálogo. Não fazemos nada se não tivermos essa abertura com os produtores. Precisamos que cada um faça a sua parte para avançarmos na regularização ambiental em Mato Grosso”, ressaltou a gestora.

O atendimento individual ocorre na sede do Sindicato Rural de Sorriso, das 8h às 17h. Os municípios atendidos pelo evento são Nova Ubiratã, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Sorriso e Tapurah.

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“Obrigada por estar aqui e descentralizar esse debate da Capital, e trazer tudo que está acontecendo em termos de ações e objetivos para as próximas metas. Manter o nosso agro de pé, tanto o pequeno quanto o médio e grande”, afirmou o prefeito de Sorriso, Ari Lafin.

O evento é realizado pelo Sindicato Rural em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e prefeituras dos municípios envolvidos.

“A Sema veio aqui ao município trazer as preocupações da Secretaria e também ouvir dos produtores o que nós podemos fazer para cada vez mais produzir dentro da legalidade no estado de Mato Grosso”, destacou o presidente do Sindicato Rural de Sinop, Sadi Belledeli.
Crédio: Juliana Carvalho/Sema-MT

Serviço:
Mutirão Ambiental Vale do Teles Pires – Sorriso
Quando: de 28 a 30 de agosto
Onde: Sindicato Rural de Sorriso, na Avenida Luiz Amadeu Lodi, 1415, Sorriso
Inscrição pelo link: https://bit.ly/CapitaldoAgro

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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