MATO GROSSO
SES realiza eventos sobre amamentação e alimentação complementar saudável
MATO GROSSO
O 3º Encontro Mato-grossense de Amamentação e o 2º Encontro Mato-grossense de Alimentação Complementar Saudável buscam evidenciar a campanha Agosto Dourado, instituída pela Lei nº 12.111/23 e realizada anualmente para sensibilizar e incentivar o aleitamento materno.
Os encontros também ocorrem em celebração à Semana Mundial de Amamentação, criada em 1992 para o fortalecimento de ações de promoção, proteção e apoio à amamentação.
De acordo com o responsável técnico da Equipe de Promoção do Aleitamento Materno e Alimentação Complementar Saudável da SES, Rodrigo Carvalho, a expectativa é de que 400 pessoas participem dos encontros.
“Encerramos as inscrições alguns dias antes do prazo porque atingimos o limite de público esperado. Isso deixa a equipe animada, visto que este é um tema necessário para a saúde e o bem-estar de toda a população. Então, é importante que o máximo possível de pessoas participem”, disse Rodrigo.
Durante os três dias de atividade, serão discutidos os avanços e desafios da amamentação e alimentação complementar saudável. “Vamos debater questões que envolvem mães e pais que trabalham, porque é preciso fortalecer a rede de apoio para os avanços e superação das dificuldades enfrentadas na implementação da temática no seio familiar”, informou Rodrigo.
Programação
No período matutino de terça-feira, o acolhimento e credenciamento iniciará às 7h e, às 8h30, haverá momento cultural com Thamy Azambuja entoando a música “Leite e Mel” – tema do Agosto Dourado, em Mato Grosso.
Às 9h, iniciam as palestras, sendo a primeira sobre “Amamentação: direito da mãe e pai trabalhador”, seguida do debate sobre “Promoção, proteção e apoio à amamentação nos territórios: impactos e desafios”.
Ainda pela manhã, haverá debate sobre as estratégias para a amamentação no trabalho e suas contribuições para o desenvolvimento sustentável; o impacto das intervenções no parto sobre o bem-estar do recém-nascido e na amamentação e desenvolvimento infantil.
No período vespertino, às 14h, ocorrerão os seguintes minicursos: “o que as pesquisas nos mostram sobre os bebês e seus saberes”; “amamentação é legal: saiba como proteger a amamentação em seu município” e “práticas naturais e ecológicas para a gestação, parto, nascimento e amamentação”.
Na quarta-feira (23.08), às 7h, o espaço ‘ComVivência” contará com a exposição de experiências regionais e municipais em amamentação e alimentação complementar saudável, seguido do momento cultural com a apresentação da atriz e servidora da SES, Eloá Pimenta, e a exposição literária ‘Ler é viver’, com apresentação de e-books produzidos pelas estagiárias das equipes de promoção do Aleitamento Materno e da Alimentação e Nutrição.
Às 9h, haverá a apresentação “casais homoafetivos femininos: do pré-natal à co-lactação”; “amamentação na população trans, homens e mulheres transexuais e travestis” e “amamentação e justiça reprodutiva”. A programação da manhã encerra às 11h15 com uma discussão referente à amamentação em pessoas obesas e pós-bariátricas.
Das 14h às 18h, o evento segue com os minicursos: “aleitamento na população LGBTQIAPN+: terminologia, especificidades, co-lactação, indução de lactação”; “amamentação e saúde da população negra” e “freios orais e amamentação: impactos e evidências”.
Na quinta-feira (24.08), o grupo volta a se reunir às 7h no espaço de ‘ComVivência’, onde haverá exposição de experiências em amamentação e alimentação complementar saudável. Em seguida, haverá um momento sustentabilidade com o plantio do Ipê Amarelo, árvore símbolo da amamentação em Mato Grosso. Às 9h15, a atividade continua com um debate em que será discutido o tema “pequeno gesto pode alimentar um grande sonho”, além da apresentação da “Iniciativa Hospital Amigo da Criança: vantagens e desafios”. O debate continua com uma ministração sobre “aleitamento materno e método canguru: qual a relação?”.
O período matutino encerra às 11h15 com uma palestra sobre a sedução do marketing e seu impacto sobre a prescrição de fórmulas infantis, além de um debate em torno da Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças da Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL) na prática da Vigilância Sanitária.
Às 14h, os participantes seguem com os minicursos: “fórmulas infantis industrializadas: marketing versus evidências”, “amamentação e aconselhamento” e “Método Canguru: um convite ao fortalecimento da rede de serviços para a efetivação de direitos”.
Mais detalhes dos encontros, dos palestrantes e outras informações podem ser obtidos aqui.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista
O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.
“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.
Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.
Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.
O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.
“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.
Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.
“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.
Sobre a AACCMT
A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.
A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.
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