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Suplentes aguardam herdar cargo de candidatos a prefeito; veja

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Quatro suplentes de deputados estaduais e um federal podem se beneficiar e ocuparem uma cadeira nos legislativos por dois anos caso os parlamentares que são candidatos a prefeito de Cuiabá e Rondonópolis sejam eleitos.

 

Em Cuiabá, os deputados estaduais Eduardo Botelho (União) e Lúdio Cabral (PT) e o deputado federal Abílio Brunini (PL) disputam o comando do Palácio Alencastro na eleição que ocorre dia 6 de outubro.

 

Em Rondonópolis, os deputados estaduais Thiago Silva (MDB) e Claudio Ferreira (PL) querem herdar o comando da prefeitura na sucessão de Zé do Pátio (PSB).

 

O suplente da cadeira de Botelho é o atual secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo (União). Caso decida permanecer na Pasta, o segundo suplente do União é o ex-deputado estadual Xuxu Dal Molin. Este era deputado na eleição passada, mas com um desempenho apagado não conseguiu se reeleger.

Já a cadeira de Lúdio tem como suplente a vereadora cassada Edna Sampaio (PT), que é candidata a vereadora por Cuiabá. A situação eleitoral de Edna ainda não foi analisada pela Justiça Eleitoral, mas ela deve concorrer sub judice, já que há recursos na Justiça mato-grossense quanto a sua cassação.

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O segundo suplente petista é o sindicalista da Educação Henrique Lopes (PT).

 

Abílio tem como suplente o empresário e ex-vereador de Rondonópolis Rodrigo da Zaeli (PL), e na sequência o vice-prefeito de Tangará da Serra, Marcos Scolari (PL).

 

Rondonópolis

 

Caso o deputado Thiago Silva vence a eleição no terceiro maior colégio eleitoral do estado, quem deverá assumir a cadeira é o ex-secretário de Estado de Agricultura Familiar Silvano Amaral (MDB). O segundo suplente da chapa é o ex-prefeito de Matupá, Valtinho Miotto (MDB).

 

Já se o bolsonarista Claudio Ferreira vencer o pleito, deve assumir a cadeira o pecuarista Chico Guarnieri (PTB). Claudio foi eleito deputado pelo PTB, mas logo no início do mandato a sigla o liberou para se filiar ao PL, com vistas à eleição majoritária de Rondonópolis.

 

O segundo suplente da chapa é o engenheiro Nakamoto (PTB).

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“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista

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O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.

“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.

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Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.

Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.

O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.

“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.

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Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.

“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.

Sobre a AACCMT

A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.

A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.

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