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Emanuel irá vetar “Dia do Orgulho Hétero”; “Minha esperança é que os vereadores arquivem esse absurdo”

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), classificou como ‘melancólico’ o vereador tenente-coronel Paccola (Cidadania), terminar 2021, apresentando um Projeto de Lei para criar o “Dia do Orgulho Hétero” e ainda votar contrário a isenção da taxa de coleta de lixo para 35 mil famílias carentes.

De acordo com Emanuel, assim que o Projeto de Lei “Dia do Orgulho Hétero”, aprovado em primeira votação na Casa de Leis, chegar em sua mesa será vetado incontinente. “Minha esperança é que os vereadores na segunda votação arquivem esse absurdo, essa violência contra os direitos humanos, individuais e contra a dignidade da pessoa”.

Para o prefeito, a proposta é uma violência sobre todos os aspectos, além de despropositado, inoportuno que não tem nenhum sentido.

“Então você leva o ano inteiro inaugurando seu mandato para terminar o ano sendo lembrado pelo Dia do Orgulho Hétero, e por ter votado contra a isenção da taxa de lixo para 35 mil famílias carentes, é melancólico, é muito ruim. Eu acho que deve haver aí uma reflexão melhor nesse projeto”.

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FONTE/ REPOST: Gislaine Morais & Kleyton Agostinho – VGN

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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