MATO GROSSO
Sem cumprir contrato, Rota do Oeste protocola devolução de concessão da BR-163/MT
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A Concessionária Rota do Oeste protocolou na noite dessa quinta-feira (09.12), o pedido para devolução amigável da BR-163/MT, rodovia sob sua concessão, à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Conforme a empresa, a devolução amigável evita litígios judiciais e mantém o atendimento e a manutenção da via interrompidos.
Em entrevista à imprensa nesta sexta-feira (10), o diretor-presidente da Rota do Oeste, Júlio Perdigão, revelou a dificuldade em conseguir financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para cumprir o contrato.
“Houve uma dificuldade no país geral a partir de 2016 e 2017, uma dificuldade maior de crédito para poder fazer os investimentos, isso afetou nosso contrato por conta disso a gente acabou não tendo condições de seguir o contrato na forma originalmente contratada e por conta disso, para não gerar mais dificuldade a gente está fazendo a devolução entendendo que essa é a melhor saída”, afirmou Júlio.
Leia mais: Mendes critica Rota do Oeste por cobrar pedágio e não duplicar BR-163
Ele relatou que o contrato de concessão da BR-163/MT previa a duplicação dos trechos que eram de Itiquira a Rondonópolis e da Imigrantes até o Nortão a duplicação em cinco anos. Segundo ele, a devolução foi uma alternativa encontrada pela empresa para garantir a prestação de serviços nos 850,9 quilômetros de extensão sem prejuízo aos usuários, até que o Governo Federal realize uma nova licitação da concessão.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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