MATO GROSSO
Hemocentro precisa de doadores de sangue voluntários para manter atendimento a pacientes
MATO GROSSO
O MT Hemocentro, único Banco de Sangue Público de Mato Grosso, necessita repor o seu estoque de sangue de todos os tipos. O estoque atual é considerado delicado devido à queda na doação voluntária nesse período de férias, além da situação de alta nos casos de Síndrome Respiratório Aguda Grave (SRAG), que ocasionou a suspensão de coletas externas de doações pela equipe do hemobus e desistência de alguns doadores com sintomas gripais.
“A manutenção do estoque em níveis regular é imprescindível nesse momento de férias, pois as demandas hospitalares continuam intensas e o estoque auxilia no atendimento dos pacientes internados e outros que realizam tratamento no Hemocentro”, explica a diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela.
A diretora ainda informa que as coletas de sangue estão ocorrendo somente internamente na única sede do MT Hemocentro, na capital, e com agendamento prévio para o atendimento de 10 pessoas por hora. Durante o atendimento, a equipe da unidade e os doares comprem rigorosamente as medidas de biossegurança para evitar o contágio da Covid-19 e outros SRAG.
A doação de sangue deve ser voluntária e gratuita. Ainda neste mês de janeiro, o banco de sangue em parceria com a Liga Oncológica do curso de medicina da Unic, realizará o Mutirão do Bem no período de 31 de janeiro até o dia 14 de fevereiro. A parceria prevê o sorteio de vários brindes, entre os quais estão violões e chapéus doados e autografados por alguns cantores famosos, como Sorocaba, da dupla Fernando e Sorocaba; pelo cantor Nando Reis e por Gustavo Lima.
Quem pode doar
O Ministério da Saúde recomenda que o doador compareça à unidade portando um documento oficial com foto, tenha mais de 50 quilos, esteja em bom estado de saúde e tenha uma alimentação saudável.
Homens podem fazer até quatro doações anuais, com prazo de dois meses entre cada uma. Já as mulheres podem fazer três doações por ano, com um espaço de quatro meses. Os candidatos precisam ter a partir de 16 a 69 anos, 11 meses e 29 dias.
Em cada coleta é retirado um volume aproximado de até 450 ml de sangue. Recomendam-se, nas primeiras horas pós-doação, descanso, evitar atividade física e ingestão de bebida alcoólica.
Para agendar a doação
Acesse o Sistema de Agendamento do MT-Hemocentro no link http://mthemocentro.saude.mt.gov.br. O voluntário também pode agendar as doações por telefone, no número (65) 98433-0624 (Whatsapp, ligação ou mensagem) ou no tradicional número fixo: (65) 3623-0044 ramais 211 e 221.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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