MATO GROSSO
Procon Cuiabá orienta consumidores na compra dos presentes para o Dia dos Pais
MATO GROSSO
Com a proximidade do Dia dos Pais, celebrado no próximo domingo (14), o Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon Cuiabá, orienta a população quanto aos cuidados na hora da compra dos presentes. Por ser uma das datas comemorativas que mais movimentam o comércio, uma das orientações é que as compras sejam feitas com antecedência.
O secretário-adjunto de Proteção e Defesa do Consumidor, Genilto Nogueira, recomenda todo cuidado e atenção por parte dos consumidores para que não sejam enganados e tenham complicações posteriores.
“Realizar a pesquisa de preços também é uma boa pedida, pois a maioria das empresas aproveitam a data para aumentar as vendas. Então, se procurar bem, é possível pagar bem mais barato pelo mesmo produto. Também é importante exigir a nota fiscal, pois em caso de necessidade de troca ou algum problema com o produto, ela é um item fundamental para garantir o direito do consumidor. Sem isso, fica mais complicada a negociação com o fornecedor”, esclarece o secretário-adjunto.
Em caso de compras feitas pela internet, Genilto lembra que o consumidor deve ficar atento quanto às condições de pagamento, valor do frete e prazos de entrega. São informações que devem ser bem esclarecidas e é dever do fornecedor cumpri-las. “Recomenda-se que o consumidor guarde todos os documentos que comprovem a compra, como extrato do pedido, print de telas em que constem esses dados, informações sobre a empresa, qual a política de atendimento ao cliente, quais são os canais de contato, verificar se a empresa efetua trocas etc. são atitudes simples que podem ajudar e evitar problemas futuros”, acrescenta.
O Código de Defesa do Consumidor estabelece um prazo de arrependimento no caso de compras online. O consumidor que compra um produto ou contrata um serviço pela internet tem direito a se arrepender da compra ou da contratação no prazo de 7 dias, contado a partir do recebimento do produto ou da assinatura do contrato. Pode formalizar o pedido de cancelamento pela mesma ferramenta que utilizou para a contratação, ou por qualquer outro meio disponibilizado, e solicitar a devolução da quantia eventualmente paga.
“A orientação é para que antes de procurar o Procon, em casos de problemas, o cidadão contate o gerente do local para tentar solucionar o caso de forma amigável. Se não conseguir, aí sim pode nos procurar registrando a denúncia que tomaremos as medidas cabíveis”, finaliza.
Serviço
Para facilitar o acesso aos serviços ofertados pelo Procon, ferramentas digitais foram disponibilizadas como o Whatsapp (65) 3641-6400, e-mail- procon.cuiaba@cuiaba.mt.gov.br e o aplicativo “Procon Cuiabá”, disponível nas versões para Android ou IOS para tratativas de denúncias e reclamações.
Após o recebimento da demanda, inicia o atendimento mediante o contato com a empresa para tentar solucionar o problema do consumidor.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
-
MATO GROSSO5 dias atrásHarmonização de cervejas e chocolate eleva a experiência da Páscoa; confira as dicas da especialista do Grupo Petrópolis
-
MATO GROSSO5 dias atrásCONCEEL-EMT discute reajuste tarifário e impactos para consumidores em Mato Grosso
-
MATO GROSSO5 dias atrásProrrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso
-
MATO GROSSO5 dias atrásReferência no acolhimento a crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer, AACCMT completa 27 anos de atuação
-
MATO GROSSO5 dias atrásAcrismat fortalece suinocultura com missão técnica ao berço da Suinocultura no Brasil
-
POLÍTICA MT3 dias atrásVereador Alex Rodrigues busca em São Paulo soluções para despoluição do Rio Coxipó
-
MATO GROSSO2 dias atrásCredores denunciam irregularidades no processo de recuperação judicial do Grupo Cella
-
MATO GROSSO2 dias atrás“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia