ESPORTES
Estrela do Brasil na Copa, Neymar viveu em Várzea Grande nos anos 1990 em passagem rápida e decisiva do pai pelo Operário
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Quando o Tite anunciou a lista oficial de convocados para a Copa do Mundo Catar 2022, nesta segunda-feira (8), ninguém tinha dúvidas que Neymar Jr apareceria como um dos principais nomes. Hoje o camisa 10 da amarelinha é um dos jogadores que carrega a esperança de trazer o hexa para o Brasil, além de ser uma estrela na França defendendo a camisa do PSG. Mas o que quase ninguém sabe é que há 25 anos atrás, o astro mundial e um dos atletas mais bem pagos do planeta já morou com a família Silva Santos em um conjunto de quitinetes em Várzea Grande, lá em 1997, na Rua Alemanha, no Bairro Jardim Cerrado.
Essa história começa com o Operário de VG passando por maus bocados no campeonato estadual de 1997. Maninho de Barros era presidente do clube na época e havia montado um elenco que “não estava muito bem”. O Chicote da Fronteira tinha perdido mais de cinco partidas das sete que disputou.
Era preciso reformular a estratégia tática do time para conseguir alcançar bons voos visando se manter vivo no campeonato estadual, que já estava entrando em fases decisivas. Por meio de um amigo, Maninho articulou um contato com Mario Celso Petráglia, presidente do Athletico-PR, e viajou até o Paraná para buscar novidades ao tricolor várzea-grandense.
“Saí daqui, desci em Curitiba e aí fui para o [o município de] Paranaguá. Estou lá sentando olhando o banco, já tinha me apresentado, ai estou sentado lá no banco naquela ladainha e esse Neymar pá, puxou daqui esticou dali, dominou a bola, “bão”, e fez um golaço”, contou Maninho.
A cadência e habilidade de Neymar pai, que à época defendia o Malutrom, clube fundado em 1994 em Curitiba, chamaram atenção de Maninho. O cartola do Operário não pensou duas vezes e quis o pai da estrela do PSG, que naquele dia havia marcado um ou dois gols – salve engano da memória de Maninho.
Nem rápido ou veloz, mas, muito habilidoso e com poder de decisão: era tudo que o Chicote precisava. Um atleta que viesse para dar fluidez ao meio de campo e, de quebra, emplacar golaços.
ESPORTES
“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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