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MPE pede apreensão de itens utilizados nos acampamentos em frente aos quartéis do exército

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O Ministério Público Estadual (MPE) enviou uma solicitação ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, pedindo a apreensão dos materiais utilizados por manifestantes acampados em frente aos quartéis do exército em Mato Grosso. O documento inclui itens como: barracas, freezers, churrasqueiras e outros materiais utilizados nos acampamentos. A solicitação foi assinada pelo procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira, e ainda não foi avaliada pelo ministro. 

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Com assinatura no dia 29 de novembro, o procurador-geral pediu que todo o material apreendido fosse doado para entidades filantrópicas. Ainda segundo o requerimento, Borges solicita que a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Segurança Pública do Estado de Mato Grosso (SESP-MT) façam um detalhamento das placas, tipos e proprietários de todos os veículos que participaram dos atos antidemocráticos. 

“Determinação para que a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Segurança Pública do Estado de Mato Grosso, detalhem placas, tipos de veículos, proprietários com qualificação etc. de todos os veículos que participarem de atos antidemocráticos que se seguirem para que os proprietários, pessoas físicas e jurídicas, possam ser incluídas no polo passivo desta ação”, escreveu Borges. 

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Na solicitação há o pedido de insdiponibilidade dos veículos e também uma multa de R$ 20 mil (para pessoas físicas) e R$ 100 mil (para pessoas jurídicas), de todos os envolvidos nos atos. Um pedido de investigação também foi descrito no documento, o objetivo é encontrar quem são os financiadores e organizadores dos atos. A ação também pode culminar no bloqueio de bens dos possíveis financiadores dos atos e acampamentos. 

“Determinação para que a Secretaria de Segurança Pública do Estado de Mato Grosso e Superintendência da Polícia Federal em Mato Grosso façam as investigações necessárias visando identificar todos os que estão financiando ou organizando os eventos antidemocráticos, bem como aqueles que estão cooptando a população mato-grossense, para que possam ser incluídos nos autos”, pediu o procurador-geral. 

OLHAR JURÍDICO 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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