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Sinuca trouxe dinheiro e também a morte para proprietário de bar

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O empresário maranhense Maciel Bruno de Andrade Costa, de 35 anos, construiu sua vida em Sinop, mas também foi na cidade que ele tanto amava que ela teve fim.

Maciel é uma das sete vítimas da chacina que aconteceu na tarde de terça-feira (21) dentro de seu bar, o Bruno Snooker Ber. 

Ele também organizava os torneios na cidade. Lembro que uma vez ele fez um torneio em um ginásio e deu muita gente, ele falava todo orgulhoso disso“Ontem, nesta mesma cidade, ele foi tirado de nós, tirado de forma brutal, de maneira fútil”.

Jogando sinuca desde criança, ele se tornou profissional e participava e organizava torneios da modalidade.

“Ele era muito bom e participava em todo Mato Grosso. Ele também organizava os torneios na cidade. Lembro que uma vez ele fez um torneio em um ginásio e deu muita gente. Ele falava todo orgulhoso disso”, disse.

Fabiana conta que o primo sempre sonhou em ter seu próprio empreendimento e, quando chegou a Sinop, trabalhou por um tempo em um frigorífico até ter dinheiro para começá-lo.

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“Como ele tinha muitos amigos, acabou montando um bar que também tinha sinuca. Foi quando tudo começou a dar certo pra ele”, afirmou Fabiana.

Na tarde do assassinato, dois homens jogavam sinuca apostado e um deles não aceitou a derrota. Eles então resolveram matar seis homens e uma criança de apenas 12 anos.

 O bar tinha mais de dez anos de funcionamento e, segundo Fabiana, o primo sempre organizava as apostas no local.

 “Às vezes era só para brincar, mas sempre organizava apostas e os torneios dele sempre foi apostando”, explicou.  

Apesar da tragédia, Fabiana diz que nunca ouviu relatos de brigas por causa das apostas. “Foi algo atípico, meu primo nunca se envolveu em briga e sempre falava, ‘onde tiver briga eu quero estar bem longe’”, disse.

  

De bem com a vida

Segundo Fabiana, Maciel Bruno tinha uma personalidade excepcional e estava sempre de “bem com a vida”.

“O Bruno era uma pessoa incrível, para ele não tinha momento ruim, vivia feliz. Ele era uma pessoa muito amada, quando me contaram achei até que fosse mentira, não acreditei”.

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Maciel estava separado e deixou um casal de filhos adolescentes. “Ele amava os filhos e no dia do crime passou a manhã toda com eles, os deixou em casa e voltou para o bar”.

A Polícia está no encalço dos autores do crime, identificados como Edgar Ricardo de Oliveira, de 30 anos, e Ezequias Souza Ribeiro, de 27.  

“A gente espera que eles sejam presos e paguem pelo que fizeram. Eles não tiraram só a vida de uma pessoa, mas de várias e de maneira tão fútil, por não aceitar perder um jogo. É muita crueldade”, disse.

MIDIA NEWS 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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