MATO GROSSO
Reeducandos da Cadeia Pública de Barra do Garças vão trabalhar na reforma da Associação de Cegos
MATO GROSSO
O trabalho dos reeducandos é recompensado com salário e redução de pena, além da reinserção social, conforme o diretor da Cadeia Pública de Barra do Garças, Maicon Oliveira. Ele ressalta a importância da iniciativa, tanto para os presos quanto para as pessoas com deficiência visual que serão beneficiadas com a reforma.
“Isso ocorre com o apoio da Saap, que trabalha duro em cima da reinserção social a partir da mão de obra do reeducando, o que é importante para os presos. Assim, a Cadeia Pública também está fazendo o bem junto a sociedade ”, afirma o diretor.
A obra terá foco em ambientes como cozinha e banheiros, mas visa promover melhorias em toda a casa. A presidente da Associação Barra-Garcense dos Cegos, Sebastiana Oliveira, ressalta que a reforma vai melhorar a acessibilidade do local e garantir mais segurança a quem passa pela associação.
Orçada em R$ 62 mil, a reforma será custeada por meio de parcerias. A Polícia Penal fará a doação de R$ 20 mil, com dinheiro arrecadado na ‘Cãominhada & Cãorrida’ realizada em parceria com empresas do ramo animal da cidade. O Poder Judiciário também doará R$ 20 mil, e o restante do valor, R$ 22 mil, será custeado pela Câmara Municipal, a partir dos vereadores Zé Gota, Secreta Bike e Pedro Filho.
Além desse projeto, a Cadeia Pública da cidade já realizou outras ações como essa. No mês de março, a Sesp colaborou com mão de obra para o projeto ‘Reconstruir: Minha Casa, Meu Lar, Meu Porto Seguro’, que restaurou casas de pessoas com dificuldades motoras e idosas, na cidade de Pontal do Araguaia.
(Sob supervisão de Fabiana Mendes)
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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