Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Capoeiristas atletas da capital participam de curso preparatório de Árbitro (a) Mesário (a)

Publicados

MATO GROSSO

O Museu da Imagem e do Som de Cuiabá recebeu palestrantes especialistas nas áreas de arte, cultura, história e tecnologia, onde foi ministrado o Curso de Árbitro (a) Mesário(a) da Capoeira nos dias 11 a 13 de agosto.

Um dos principais objetivos do curso foi estabelecer um padrão unificado de arbitragem dentro do estado. Além disso, a harmonização dos critérios de arbitragem contribui para a melhoria contínua da qualidade técnica e artística da capoeira como um todo.

Foram abordados temas como avaliação técnica, compreensão das nuances do jogo, postura e ética do árbitro, bem como atualizações nas regras e diretrizes. O curso foi aberto para todos os capoeiristas acima de 18 anos. “O Curso Estadual de Arbitragem de Capoeira não se trata apenas de um evento pontual, mas sim de um investimento futuro na capoeira. Isso garante a disseminação contínua de padrões adequados, promovendo a excelência em cada roda de capoeira”, disse o presidente da Federação Mato-grossense de Capoeira, Ewerton Salgado, organizador da formação no estado.

Leia Também:  Moradores de Barão de Melgaço garantem apoio a Juca do Guaraná: “Nosso candidato, defensor da cultura e das tradições”

Essa atividade faz parte do Programa Capoeira Te Quero Olímpica, que está em seu 23º ano, e busca uma melhor adequação da capoeira como esporte de competição de alto nível.

“Estamos preparando equipes de profissionais nos estados que têm essa necessidade para atuar na capoeira desporto, seja como atletas, mesários(as), árbitros(as) e/ou técnicos(as) de capoeira. Nosso objetivo é fornecer mais informações sobre a capoeira, como desporto de criação nacional, seguindo as regras e orientações do Ministério do Esporte do Brasil e do Sistema Nacional do Desporto”, destacou o presidente da Confederação de Capoeira Desporto do Brasil (CCDB) e Federação Paulista de Capoeira, além de jornalista, Mestre Valdenor dos Santos.

A capoeira, uma manifestação cultural que combina arte marcial, dança, música e expressão criativa, tem uma longa história no Brasil e em todo o mundo. O curso estadual de arbitragem de capoeira foi de fundamental importância, pois proporcionou a rica oportunidade de aprimorar essa prática milenar, garantindo que as decisões tomadas durante as rodas de capoeira reflitam tanto a tradição quanto os padrões contemporâneos. “Um sistema de arbitragem bem estruturado é fundamental”, declarou o coordenador responsável pelo Misc, Cristovão Luiz Gonçalves da Silva.

Leia Também:  IPVA 2023 terá 15% de desconto e vencimento será em maio

A capacitação contou com o apoio da Federação Internacional de Capoeira – FIC, a Escola Internacional de Capoeira – EICA e o Museu da Imagem e do Som de Cuiabá – MISC. Os participantes receberam um certificado internacionalmente reconhecido.

MISC – Criado em 2006, o Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (Misc) é o principal acervo de imagem e som da diversidade cultural de Cuiabá e está vinculado à Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer. Além de apresentações musicais, o Misc também realiza exposições, mostras de fotografia e vídeos, oficinas e peças teatrais, valorizando a história cuiabana. O Misc está localizado na Rua Voluntários da Pátria, nº 79, Centro Norte.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Harmonização de cervejas e chocolate eleva a experiência da Páscoa; confira as dicas da especialista do Grupo Petrópolis

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA