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Alunos da Escola Maria Dimpina conhecem a metodologia de acolhimento dos Círculos de Paz
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Cerca de sessenta alunos do 9º Ano A e B, da Escola Cívico-Militar Cuiabana Professora Maria Dimpina Lobo Duarte, localizada no Coxipó, tiveram a oportunidade de vivenciar nesta quarta-feira (16 de agosto), os Círculos de Construção de Paz, uma das experiências mais acolhedoras e significativas utilizada pela Justiça Restaurativa, como metodologia para humanização e pacificação do ambiente escolar.
“O fortalecimento dos vínculos de amizade e o estimulo à percepção do acolhimento e do respeito às dores do outro. Esses são alguns dos principais valores trabalhados pelos círculos de paz, e hoje, de maneira muito específica, nós buscamos levar os alunos a refletir sobre o futuro que eles querem, o que eles pensam sobre a paz no mundo e qual a participação deles na construção desse mundo que eles tanto querem. Durante os círculos, nós percebemos muitas dificuldades no relacionamento familiar, e quando eles [alunos] saem do círculo, eles levam consigo uma visão diferenciada, de maior respeito com seus pais, de maior tolerância com seus colegas e no convívio escolar. Infelizmente, os relatos têm demonstrado um distanciamento entre os jovens e seu núcleo familiar cada vez maior, deixando na maioria dos casos, feridas e dores abertas que se refletem no convívio social”, refletiu Sandra.
O aluno Antônio Raphael Sampaio Alcântara Campos, 15 anos, faz parte do 9º Ano B. Nem mesmo o comportamento introspectivo, comum aos portadores do transtorno de espectro autista (TEA), impediram Antônio de participar do Círculo de Paz.
“Achei incrível, me senti muito acolhida por todos, e espero que tenhamos outros círculos na nossa escola. Amar o próximo e ver que as pessoas têm um lado que a gente não conhece e por isso, não nos cabe julgar o outro pela capa, porque a gente nunca sabe a história verdadeira. E apesar de não sermos muito enturmados na sala de aula, aqui pude ver que foram todos amigos, unidos e isso fez com que me sentisse muito acolhida”, descreveu Letícia Romero, de 14 anos, aluna do 9º Ano B. Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT
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VÍDEO: Segundo a Guarda Municipal, enquanto passava mal, a vítima estacionou o carro, mas permaneceu com o pé no acelerador, que fez com que o veículo pegasse fogo.
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