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Atleta do projeto Olimpus garante dois ouros e bate recorde no Campeonato Brasileiro de Atletismo Sub-23

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Campeão nas provas de 800 metros e recordista dos 1500 metros, Jânio Marcos Varjão foi um dos destaques do Campeonato Brasileiro Interclubes de Atletismo Sub-23, realizado no final de semana, em Bragança Paulista (SP). Junto com outros atletas beneficiados pelo projeto Olimpus do Governo de Mato Grosso, o esportista de Barra do Garças ajudou o Estado a ficar na 3º colocação no quadro de medalhas da competição nacional.

“O Governo de Mato Grosso fica muito orgulhoso com esses resultados, que representam também a concretização de políticas públicas. É mais uma mostra de como o Olimpus continua ajudando a colocar nosso esporte e nossos atletas e treinadores em evidência a nível nacional. Parabéns a todos! E continuem contando conosco para que essa realidade se repita em muitos outros fins de semana”, destaca o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), Jefferson Carvalho Neves.

Jânio bateu o próprio recorde de 2022 ao chegar à marca de 3m42s04 na prova 1.500 metros.

Nesta terça-feira (19.09), ele teve uma recepção calorosa da família e falou sobre a felicidade de competir por Mato Grosso.

“Todo mundo aqui de casa está muito feliz e eu estou muito grato por fazer minhas melhores marcas, indo para segunda colocação no ranking brasileiro. Meu pensamento foi vai lá e faça o melhor, e estou muito contente com o meu resultado porque eu deixei tudo naquela pista. Estou muito realizado também por competir por Mato Grosso, não me vejo competindo por outro Estado”, celebrou o esportista que atualmente é atendido com bolsa na categoria Atleta Internacional.

Além de Jânio, o município de Barra do Garças (512 km de Cuiabá) teve outros destaques na competição, sendo a maioria contemplada com Bolsa Atleta do projeto Olimpus. Nas provas de 5000m e 10000m, o município tomou conta dos pódios, com Peterson Ribeiro (ouro), Vitor Ferreira (prata) e Fábio Cordeiro (bronze). E teve ainda a atleta Franciely Marcondes, que conquistou bronze nos 5000m e 10000m.

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Para o técnico do Barra do Garças Associação de Atletismo, professor Sivirino Souza, a retomada de importantes programas de incentivo ao esporte produzem esses retornos.

“Nós vivemos uma realidade boa, com investimentos como o resgate do pagamento da bolsa atleta, criação de políticas públicas voltadas para o esporte, respeito aos professores que estão na ponta. Contamos hoje com a parceria do Governo do Estado que tornam possível o que  vimos nesse final de semana”, expôs Sivirino.

Ademilson Santana, que é auxiliar técnico na Associação Barra-garcence, também enfatiza a importância do Bolsa Atleta para a segurança na preparação e na competição dos esportistas.

“O apoio do Estado ajuda muito os nossos atletas e contribui para o desenvolvimento deles. Isso faz com que eles tenham condições de brigar pelas melhores provas, como nesse final de semana. A bolsa dá aquela segurança para o atleta poder viajar e ter o melhor desempenho”.

Técnico Admilson comemora pódio barra-garcence nos 5000m e 10000m
Créditos: Divulgação

Quem também retorna com medalha de ouro para Mato Grosso é Lissandra Maysa, que foi campeã na prova de salto em distância. Também bolsista do projeto Olimpus, a atleta de Nossa Senhora do Livramento é tricampeã brasileira e exemplo de sucesso na modalidade.

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No salto triplo feminino, Nerisnelia dos Santos Sousa, de Sorriso (397 km a Cuiabá) conquistou o 2º lugar. Outra medalha de prata mato-grossense veio com João Marcelo, do município de Araputanga (338 km da capital mato-grossense), na prova do lançamento de disco. Ambos são contemplados no projeto Olimpus.

No total, Mato Grosso conquistou 13 medalhas na competição, sendo cinco de ouro, quatro de prata e quatro de bronze. O desempenho assegurou para o Estado a segunda colocação no ranking masculino e a terceira no quadro geral de medalhas.

Participaram do Campeonato Brasileiro Interclubes de Atletismo Sub-23 mais de 700 atletas, representando 128 clubes de 22 Estados e do Distrito Federal.

Ibero-Americano 2024

Durante o Campeonato Brasileiro Interclubes de Atletismo, Mato Grosso foi anunciado como sede de mais um grande evento esportivo. De 10 a 12 de maio de 2024, o Campeonato Ibero-Americano de Atletismo será realizado em Cuiabá (MT), na pista do Centro Olímpico de Treinamento na Universidade Federal (UFMT).

As negociações entre a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e o Governo de Mato Grosso começaram em julho, durante a realização do Troféu Brasil de Atletismo, com o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer Jefferson Neves e o governador Mauro Mendes. O comunicado oficial foi feito pela Associação Ibero-Americana de Atletismo (AIA), no sábado (16.09).

O Campeonato Ibero-Americano é uma competição de atletismo em nível de seleções nacionais que se disputa a cada dois anos entre países ibero-americanos, mais Andorra e dos países africanos onde a língua oficial é o espanhol ou o português.

(Com informações da CBAt)

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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