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Max nega envolvimento com apostas e diz que buscou retorno ao Cuiabá: “Clube me encantou”
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Primeiro reforço do ano, Dourado foi reapresentado pelo clube e se declarou ao Dourado
Max foi repatriado pelo Dourado após duas temporadas no Colorado Rapids, dos EUA, onde chegou a ser afastado em maio de 2023 por investigação da MLS após ter nome citado na operação Penalidade Máxima II. Ele negou envolvimento com esquema de apostas e garantiu que não há motivos para preocupação.
– Os torcedores podem ficar despreocupados porque não tem nada no meu nome, senão não estaria aqui no Cuiabá. Estou muito feliz em poder retornar. Ao pessoal que está me perguntando, podem ficar despreocupados, não tenho envolvimento nenhum.
Na primeira passagem, em 2021, o jovem de 22 anos chegou à equipe mato-grossense na reta final da temporada, por empréstimo do Flamengo. Max se declarou ao Cuiabá, disse que não queria ter saído e afirmou ter partido dele a vontade em voltar a vestir auriverde.
– Antes de sair, eu já queria ter ficado aqui. Foi um clube que me acolheu. Os jogadores, o staff, o (técnico) Jorginho. O que me fez voltar é que foi um clube que eu me encantou. Eu falei para meu empresário que queria voltar. Foi o clube me deu mais oportunidade. Conversei o Régis de Oliveira (empresário) e falei: “Régis, eu quero voltar para o Cuiabá”. Ele foi e comunicou com o presidente (Cristiano Dresch). Nós fomos ao jogo entre Flamengo e Cuiabá, no Maracanã, e lá que tudo que acertou.
Apesar de não entrar em campo há exatos oito meses – última vez foi em 9 de maio de 2023 -, Max assegurou estar bem fisicamente. O meia contou que manteve rotina de treinos tanto no ex-clube quanto de forma particular.
– Estou bem fisicamente. Estava afastando desde maio, mas isso não foi problema. Eu continuei com meu trabalho, meus treinos, minha saúde mental. Fiquei treinando, me dedicando e estudando também o inglês, porque estava nos Estados Unidos. Fui afastado, mas poderia treinar no clube. Fiquei duas semanas treinando com um ex-jogador do time e depois por conta própria. Os treinos começam amanhã e em breve estarei em forma de novo.
– Sou meia, mas jogo como segundo volante também e se deixar até de ponta. Mas minha preferência, minha posição mesmo é meio-de-campo, se precisar estarei disposto a ajudar. Graças a Deus eu pude ter essa oportunidade de jogar essas três posições.
Diferenças no Cuiabá
– Aqui melhorou muito. De 2021 pra 2024 está totalmente diferente. Isso refleti muito também pra minha vinda pra cá. Se olhar o CT novo, ainda não fui, mas eu vou ter o prazer de conhecer, mas converso com o Alan (Empereur), com o Cafú, falaram que está diferente.
Brasileiros na MLS
– Muitos brasileiros estão indo para os Estados Unidos. Fico feliz em ver os brasileiros se destacando, tem o Talles Magno, o Calegari, do Fluminense. O futebol lá é um pouco mais de força, mais simples, mais técnico. Nada contra outros países, mas futebol brasileiro é diferente, né? É mais solto, é do gingado. Minha volta também foi porque vou estar mais próximo da minha família também, tive mais um filho e vou estar mais próximo deles.
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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