MATO GROSSO
Tecnologia nas escolas estaduais facilita o aprendizado e torna aulas mais dinâmicas, afirmam estudantes
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Para o estudante da Escola Estadual São José Operário, em Rondonópolis, Cauã Henrique Pereira Silva, de 14 anos, o uso do Chromebook tornou as aulas mais interessantes.
“As pesquisas que faço têm facilitado a compreensão do conteúdo repassado pelos professores. No meu caso, estou até com mais ânimo para estudar em casa, pois também acesso os conteúdos digitais de lá”, afirmou o aluno do 9º ano.
O colega dele, Murilo dos Santos Silva, 14 anos, que também cursa o 9º ano na escola estadual, avaliou que os equipamentos facilitam o aprendizado e que estudar com o apoio de tecnologia ficou muito mais divertido.
“Dá até vontade estudar por mais tempo para ficar usando o Chromebook. Converso com amigos e eles também dizem isso. Hoje eu aprendo de uma forma mais divertida”, pontuou.
Ana Carolina, 17 anos, do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Salim Felício, em Cuiabá, comentou que o Chromebook a ajuda a chegar na escola mais inteirada dos conteúdos.
“Quando entro no laboratório, já fiz pesquisa pelo Chromebook sobre tudo o que vou precisar para a aula prática. Consigo memorizar o conteúdo e apenas complemento a compreensão com as explicações do nosso professor”, contou, se referindo ao laboratório completo da escola recém-inaugurada.![]()
Ao todo, foram adquiridos 180 mil Chromebooks e 10.250 Smart TVS para atender as escolas da rede estadual.
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, disse que o uso de tecnologias em sala de aula faz parte de uma das 30 políticas educacionais do Plano EducAção 10 Anos, que objetiva colocar a rede estadual entre as mais bem avaliadas no país até 2032.
Segundo ele, a logística de distribuição dos Chromebooks e das Smart TVs para as escolas está em fase de finalização. “Temos pressa em atender todas as 647 escolas da rede, pois o uso dessas tecnologias tem aumentado o engajamento dos estudantes com o conteúdo pedagógico, permitindo que os educadores se concentrem nos resultados da aprendizagem”, afirmou.
Outra vantagem, de acordo com Alan, é que a implantação de tecnologias nas escolas, que também inclui robótica educacional, laboratórios 4.0 e a filosofia STEAM, também promove um ambiente propício para o fortalecimento do vínculo da comunidade estudantil com a escola.
O uso do Chromebook pelos estudantes também promoveu acessibilidade, porque permite usar a maioria das linhas braile atualizáveis com equipamento, atendendo também o Estudante Público Alvo da Educação Especial.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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