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Secretário debate uso de tecnologias nas escolas durante evento em Brasília: “já é realidade na Rede Estadual de MT”

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O secretário de Estado de Educação de Mato Grosso, Alan Porto, participou, nesta quarta-feira (27.03), da abertura da 3ª edição do Seminário Educação Conectada, em Brasília (DF), que teve como foco os impactos da Estratégia Nacional de Educação Conectada nas políticas públicas para levar acesso às instituições públicas de ensino, na preparação e estruturação das escolas e no conteúdo e formação de educadores para o ambiente digital.

No evento, Alan Porto, que também representou o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), debateu a importância da tecnologia no ambiente escolar e apresentou exemplos de iniciativas implementadas no Governo de Mato Grosso, durante o painel “Políticas de educação conectada em estados e municípios”.

O secretário avaliou que, para garantir a efetividade nacional da política, é crucial adotar medidas como planejamento estratégico, investimento financeiro adequado, capacitação e desenvolvimento profissional contínuo para professores e gestores escolares, além de programas de inclusão digital, monitoramento e avaliação.

Alan Porto defendeu  que o avanço da tecnologia no cotidiano das escolas é um caminho sem volta, como já acontece em Mato Grosso desde 2019, com a atual gestão. Recursos como conectividade, plataformas digitais e Chromebook para estudante foram apontados como ferramentas que vêm transformando o cotidiano das escolas da rede e do professor, que se tornou mediador de informações e formador de cidadãos. 

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“Se a pandemia da Covid-19 agiu como acelerador de mudanças e de novos cenários, as tecnologias implantadas pela Seduc em sala de aula desde então provocaram mudanças significativas. Qualificamos os professores e demais profissionais da educação para que dominassem os recursos tecnológicos. Como resultado, hoje vemos que a aquisição de conhecimento nas escolas ocorre por meio da análise crítica”, explicou.

O secretário ainda pontuou que, nesse universo tecnológico, é preciso continuar dando atenção plena ao que é dito pela comunidade escolar, além de ser compreensivo com as limitações e enxergar as particularidades de cada estudante. “A educação com tecnologia faz parte da rotina da rede pública em Mato Grosso, tanto para professores quanto para estudantes, e os desafios e metas se renovam constantemente”, finalizou.

Em Mato Grosso, o uso de tecnologias em sala de aula faz parte de uma das 30 políticas educacionais do Plano EducAção 10 Anos, que objetiva colocar a rede estadual entre as mais bem avaliadas no país até 2032. Entre as ações estão a compra de 180 mil Chromebooks e 10.250 Smart Tvs para equipar todas as 647 escolas da Rede Estadual. Os investimentos também perpassam por implantação de conectividade robótica educacional, laboratórios 4.0 e a filosofia STEAM, também promove um ambiente propício para o fortalecimento do vínculo da comunidade estudantil com a escola.

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Seminário Educação Conectada

O evento é realizado pela plataforma Teletime News – publicação online dedicada ao mercado de telecomunicações do Brasil, e que discute as principais políticas públicas de conectividade em escolas.

Também participaram do evento representantes do Ministério da Educação, Ministério das Comunicações, Anatel, fundações e entidades privadas de fomento a políticas de conectividade, operadoras de telecomunicações, empresas de tecnologia, especialistas e entidades internacionais.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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