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Governador direciona discussões sobre Saúde de Cuiabá para equipes técnicas após recusar reunião com Emanuel: ‘não vou ouvir bravatas’

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Redação do rufa

Durante a inauguração da nova Avenida Córrego do Barbado nesta quinta-feira (2), o governador Mauro Mendes, da União, anunciou que o governo do Estado irá se reunir com o prefeito Emanuel Pinheiro, do MDB. No entanto, Mendes deixou claro que não estará presente nessas reuniões. Ele enfatizou que não deseja encontrar o prefeito para ouvir “bravatas e mentiras”, e por isso irá designar equipes técnicas para dialogar especificamente sobre os problemas enfrentados na área da Saúde na capital.

Mauro Mendes afirmou que a condição para ter um diálogo com Emanuel seria o prefeito “parar de mentir”. Garantiu que uma data para a reunião será proposta, mas que ocorrerá com equipes técnicas do governo, não diretamente com ele.

 

“Mas já estou orientando as minhas equipes técnicas, Secretaria de Saúde, Casa Civil, na próxima semana eles devem marcar uma data para recebê-lo para uma discussão técnica, com números e com verdade, não com bravatas, com mentira, com números que não refletem a realidade”

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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