MATO GROSSO
Jogos Paralímpicos Mato-grossenses reúne atletas com deficiência a partir desta quinta (27)
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) promove, de quinta a domingo (27 a 30.06), a primeira edição dos Jogos Paralímpicos Mato-grossenses. A competição esportiva reunirá pessoas com deficiências física, intelectual e visual em disputas no atletismo, natação, goalball, tênis de mesa, bocha, badminton, halterofilismo e judô.
A abertura oficial do evento ocorre na quinta (27), às 18h30, no ginásio Fiotão, em Várzea Grande. O município é parceiro da Secel na realização dos Jogos Paralímpicos Mato-grossenses.
“Será um momento muito especial. É a primeira edição de uma competição paralímpica estadual, trazendo inclusão e possibilitando a revelação de novos talentos esportivos, além do incentivo à prática de esporte por pessoas com deficiência. Convidamos a todos para prestigiar e conhecer as modalidades do paradesporto”, enfatiza o secretário da Secel, David Moura.
Participam das competições mais de 200 atletas com deficiência, representando os municípios de Alta Floresta, Alto Paraguai, Alto Garças, Brasnorte, Cáceres, Campo Verde, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Paranatinga, Rondonópolis, Sinop, Sorriso e Várzea Grande.
Divididas por faixa etária, as disputas abrangem as categorias sub-11, sub-14, sub-16 e sub-18, com atletas de 9 a 17 anos. Haverá também disputas nas categorias adulto master (18 a 35 anos) e absoluto (36 anos ou mais).
Além da disputa por títulos de campeões mato-grossenses, a competição também servirá de seletiva para a etapa nacional das Paralimpíadas Escolares, que são promovidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
As datas e horários das competições são distribuídas de acordo com modalidades.
Confira a programação:
Sexta-feira (28)
Atletismo: 8h às 12h, no Centro Oficial de Treinamento (COT) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá
Natação: 14h às 18h, na piscina olímpica da UFMT, em Cuiabá
Bocha: 8h às 12h e 14h às 18h, no Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), em Várzea Grande
Parabadminton: 8h às 12h e 14h às 18h, no ginásio Fiotão, em Várzea Grande
Sábado (29)
Goalball: 8h às 12h e 14h às 18h, no ginásio Fiotão, em Várzea Grande
Halterofilismo: 8h às 12h, na Academia Mídia, bairro Costa Verde, em Várzea Grande
Domingo (30)
Judô: 8h às 12h, no Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), em Várzea Grande
Tênis de mesa: 8h às 12h, no ginásio Fiotão, em Várzea Grande
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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