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Professores da rede estadual fazem curso intensivo de línguas nos EUA

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Cinco professores de Língua Inglesa da rede estadual de ensino desembarcaram nesta sexta-feira (28.06) nos Estados Unidos para um intercâmbio, na Universidade da Carolina do Norte. Eles fazem parte de um grupo de 270 professores brasileiros classificados pelo Programa de Desenvolvimento Profissional de Professores de Língua Inglesa, da Comissão Fulbright Brasil, para a formação de seis semanas na instituição localizada na cidade de Charlotte.

Dagmar Campos, Enis da Motta Ferreira, Angela Claudia Schmidit, Raiane Ferreira Campos e Claudia Maria de Souza se inscreveram no programa após a divulgação junto aos 13 polos regionais feita pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT).

Liderado pelo governo dos Estados Unidos, em parceria com mais de 160 países em todo o mundo, o programa oferece bolsas para estudantes, acadêmicos, artistas, cientistas, professores e profissionais que desejam compartilhar conhecimento e aprimorar seus talentos.

O gestor educacional de Políticas Públicas de Línguas Estrangeiras da Seduc-MT, Bruno Seolin, ressalta que, desde o lançamento do edital, no dia 16 de novembro de 2023, a Secretaria de Educação vinha incentivando os professores de Língua Inglesa a participarem do processo seletivo da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

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“O grupo vai ficar nos EUA até o dia 09 de agosto aprimorando o idioma em curso intensivo nível intermediário II, com todas as despesas pagas pelo programa”, acrescentou Bruno.

Na volta a Mato Grosso, eles deverão desenvolver materiais didáticos com o conhecimento que adquiram durante o curso nos EUA que servirão de apoio a todos os professores da rede estadual com o uso concomitante da Plataforma Mais Inglês, da Seduc.

Outra ação que os cinco professores terão pela frente, segundo Bruno, é treinar outros educadores na rede para utilizar as novas metodologias e técnicas de ensino de inglês. “Isso amplia o impacto do programa, beneficiando um número maior de estudantes”.

A experiência de imersão nos Estados Unidos permitirá aos professores adquirir habilidades de comunicação intercultural, que podem ser utilizadas para integrar o ensino de inglês com as comunidades locais de Mato Grosso. “Essa integração incluirá a organização de eventos culturais, conversações em inglês e programas de intercâmbio”, concluiu Bruno Seolin.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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